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Fazer de Passos Coelho um inimigo só porque faz de “consciência” da agenda reformadora do partido, pode provocar fraturas no PSD.

Como alienar o eleitorado do PSD

É normal que uma referência, como é Passos Coelho, tenha peso. E as suas intervenções têm tudo para causar engulhos à direção do partido. Porque pode ser visto como alguém na sombra, à espera de um deslize da atual liderança.

O fantasma de Passos

O Chega fez todo o seu percurso reivindicando o estatuto de partido de direita. A medida do lay-off pago a 100% não é mais do que um belíssimo exemplo de socialismo. É caso para dizer que aos poucos o partido está a cair nos piores vícios da esquerda.

O Chega ou Socialismo de direita

A opção de Montenegro suscita outra questão: a escolha de Luís Neves representa um afastamento face ao Chega? À primeira vista… sim, mas só a prática de Montenegro o confirmará.

Deixar o Chega sozinho?

Insultar o banco central porque não lhe faz as vontades, e agora o Supremo Tribunal porque se opôs à política de tarifas (que têm de ser decididas pelo Congresso), pode colher bem nos setores conservadores do movimento MAGA. Mas os eleitores moderados não vão gostar.

Desta vez é diferente

Para o novo PR é um péssimo início de mandato, que antecipa o que aí vem: ausência de reformas dignas desse nome.

Seguro começa mal

O que é trágico nisto é ver uma empresa pública, que sabe que vai perder o processo, empurrar o problema com a barriga. Para proteger quem? A empresa não é.

A TAP e a proteção a António Costa

Pergunta: é aconselhável voltar aos défices orçamentais? Não. A credibilidade ganha nos últimos 14 anos custou horrores e não se pode correr o risco de a deitar para o lixo.

A tentação do défice

Portugal e a Europa andam há décadas a correr atrás de agendas ultra-ambientalistas e “culturais” (a suspensão da barragem de Foz Côa, obra da dupla Guterres-Marcelo, foi um crime!) que prejudicam o país. Girabolhos e Fridão são um bom exemplo.

Não aprendem. Mesmo!

Numa altura em que o país é governado em função de agendas de curto prazo (v.g. o que pensa a opinião pública, interesses dos lóbis…), competia ao jornalismo dedicar mais atenção a questões estruturais.

O jornalismo e a tomada de decisão

A um autarca exige-se liderança (é ver a dupla Ana Abrunhosa/Isaltino!), capacidade de gestão e visão. "Some have, some don’t". Os que a têm, fazem milagres. Os outros são… Calimeros de 3.ª categoria.

"Some have… some don’t!"

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