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Para muitos setores políticos e intelectuais, o lucro continua a ser tratado como uma palavra quase obscena, mesmo quando resulta da inovação, do risco e do trabalho empreendedor.

Piketty e o futebol

Há por agora uma moda de querer baixar os preços dos combustíveis, através da tributação dos ditos lucros “excessivos” às petrolíferas. Todos sem exceção concordariam. E gostariam. Contudo, talvez isso não seja assim tão fácil, mas com papas e bolos se enganam os tolos.

Com papas e bolos…

Um está sobre brasas e acha que sabe negociar, o outro tem paciência de chinês. Pouco sairá dali de concreto para o mundo, infelizmente…

Vai perguntar ao tempo…

Pela Europa tem desprezo, pelos seus líderes, exceto pelos vistos o rei Carlos III, e pelas suas políticas. Tudo fará para quebrar a longa aliança atlântica, na política, na economia e na defesa.

Tratemos de nós que o sonho acabou

O petróleo para entrega em novembro está 20% mais barato que para o mês que vem. E o gasóleo, principal impactado, dada a dependência das refinarias do golfo, está 28% mais barato para o mesmo período.

Paradoxo, ou talvez não…

Muitas obras públicas, estruturantes e essenciais, projetos PRR, etc. paralisaram ou atrasaram por culpa destes ferrolhos que condenam o Estado, e, por conseguinte, o país, a um imobilismo sem interesse para ninguém.

Incentivos e ferrolhos

Por uma elementar justiça, os contribuintes em transportes públicos não deverão nunca financiar, via combustíveis, a utilização de carro particular, em medidas conjunturais de paliativo e estímulo da procura. Esta tem de reduzir.

Um texto impopular

Foi claramente uma guerra mal pensada, mal planeada e sem forma de acabar bem. Ou escalar com uma invasão, pouco recomendável, ou uma negociação que a testosterona de Trump não permite. Tucídides dizia que as guerras são fáceis de começar e muito difíceis de acabar. Após 2500 anos pouco ou nada mudou.

Conflito sem fim à vista

Era bom que Portugal evoluísse. O mundo mudou. Realidade não é ideológica e os sindicatos, muitíssimo importantes no passado e aos quais muito devemos, ou mudam ou só existirão para a fotografia e para fazerem de conta que representam os trabalhadores. Com péssimos resultados.

O passado ainda existe. Até quando?

Num país complexo e milenar, de geografia sensível, com acesso ao Golfo e ao estreito de Ormuz… A parte mais fácil está a ser feita. Receemos o depois.

O ataque começou. E depois do fim?

A um presidente pedir-se-á consenso, moderação e estabilidade, mas nunca bloqueio de ação governativa em seu nome, a não ser que estejam em causa princípios democráticos, ou violações constitucionais. Porque as boas ou más decisões executivas serão apropriadamente julgadas nas urnas e não em Belém.

A decência na presidência

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