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Alerta do FMI para a China penaliza bolsas asiáticas

O FMI alertou que estão a aumentar os riscos de que a economia chinesa não cresça este ano os 7,75% previstos pelo organismo, o que está a penalizar as acções da Ásia e a ofuscar o efeito positivo do discurso de Ben Bernanke no Congresso dos EUA.

Bloomberg
Edgar Caetano edgarcaetano@negocios.pt 18 de Julho de 2013 às 07:50
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O índice MSCI Asia Pacific desce 0,1% para 135,78 pontos, depois de ter chegado a subir 0,4% nesta sessão. O índice está a seguir o recuo ligeiro que se espera para o início da sessão europeia e também a descida que se regista neste momento nos futuros da bolsa de Nova Iorque.

 

O principal factor de pressão continua a ser o alerta emitido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) na quarta-feira, que disse que vê “riscos crescentes” de que a economia chinesa não consiga crescer ao ritmo de 7,75% este ano, como prevê o fundo. O FMI aconselhou, assim, o país a continuar com as reformas políticas de forma a fomentar a expansão da economia.

 

Esse alerta está a ofuscar o efeito positivo que parece ter tido o discurso de Ben Bernanke no Congresso norte-americano. O presidente da Reserva Federal dos EUA não recuou na possibilidade de diminuir o ritmo das compras de activos mas esforçou-se por sublinhar que a política monetária, como um todo, vai continuar acomodatícia. O mercado de obrigações e acções reagiu com tranquilidade às declarações.

 

Entre as empresas asiáticas, destaque para a China Shanshui Cement Group, que afunda quase 10% em Hong Kong depois de adiantar que os lucros no primeiro semestre vão cair pelo menos 40% face ao período homólogo do ano passado.

 

Já o SoftBank Corp, um operador de telecomunicações móveis japonês, dispara 4% com notícias de que vai formar uma parceria com a maior retalhista australiana, a Bloom Energy Coro Woolworths.

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