Bolsa de Lisboa abre em alta. Nos e Corticeira Amorim sobem mais de 2%
O tom da negociação é maioritariamente positivo, com 13 cotadas em terreno positivo, uma ainda inalterada (Ibersol) e apenas duas em terreno negativo, sendo que uma das quedas é, na prática, uma correção técnica, com a EDP em ex-dividendo.
A bolsa de Lisboa começa a sessão desta terça-feira em alta, num dia que está a ser de negociação mista nas principais praças europeias. Às 08:16 horas, o PSI avançava 0,42% para os 9.206,79 euros. O tom da negociação é maioritariamente positivo, com 13 cotadas em terreno positivo, uma ainda inalterada (Ibersol) e apenas duas em terreno negativo, sendo que uma das quedas é, na prática, uma correção técnica.
Do lado da tabela verde, o destaque vai para a operadora de telecomunicações Nos, que avança 2,29% para 5,575 euros por título, e para a Corticeira Amorim, que valoriza 2,19% para os 6,54 euros.
A empresa liderada por António Rios Amorim, que nesta terça-feira apresenta resultados relativos ao primeiro trimestre, anunciou na segunda-feira um programa de recompra de até 25 milhões de ações e revelou que vai pagar dividendos a 26 de maio.
Existe depois um conjunto de seis cotadas que negoceiam com valorizações superiores a 1%: EDP Renewables, CTT (que ontem teve a maior queda da sessão), Jerónimo Martins, REN, Navigator e Mota-Engil.
O braço de energias verdes do grupo EDP, que negoceia esta terça-feira nos 14,15 euros por título, anunciou ontem que vai aumentar o seu capital em quase 47 milhões de euros através da incorporação de reservas para a execução do seu programa de "scrip dividend". Já a Ren anunciou ontem que irá pagar a partir de 12 de maio um dividendo parcial de 0,096 euros por ação.
Do grupo de pesos-pesados, a Galp avança 0,28%, num dia em que o petróleo está a recuar ligeiramente no mercado internacional, e o BCP valoriza 0,11%.
Do lado das quedas, o destaque vai para a EDP, que nesta terça-feira entra em período de ex-dividendo, data a partir da qual as ações são negociadas sem direito ao pagamento do dividendo, existindo um ajuste técnico no valor da ação para refletir o pagamento do dividendo aos acionistas. A queda é de 3,40% para os 4,436 euros por título.
A outra cotada em terreno negativo é a Altri, que desvaloriza 0,40% para os 5 euros por ação.
Fora do índice principal, as ações da Pharol desvalorizam 0,52% para os 0,0763 euros por ação, com mais de 12 mil títulos transacionados no arranque da sessão.
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