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Bolsa brasileira em forte queda com Petrobras e Oi a caírem mais de 5% após corte de rating

A bolsa brasileira iniciou o dia em forte queda, penalizada pelo corte de "rating" da S&P, que colocou a notação do país num nível considerado "lixo". Esta decisão está a arrastar a bolsa e o real, numa altura em que a Petrobras e a Oi, empresas com ligações a cotadas portuguesas, estão a cair mais de 5%.

10 de Setembro de 2015 às 14:54

A Ibovespa cai 2,02% para 45.715,33 pontos, num dia de quedas acentuadas na praça de São Paulo.  Este comportamento surge depois de a Standard & Poor’s ter cortado o rating do Brasil para "lixo". A agência de "rating" desceu em um nível a notação soberana do Brasil de BBB- para BB+, que entrou assim em território de lixo – categoria em que se inserem os investimentos considerados especulativos.

O Santander Investment Securities prevê que o índice bolsista recue até 20% depois do corte de rating, de acordo com uma nota a que a publicação brasileira Exame teve acesso.

Em destaque estão as acções da Petrobras, ao perderem 5,24% para 7,95 reais. A petrolífera, parceira da Galp Energia, está assim a liderar as quedas na praça brasileira, numa altura em que a especulação de que a S&P replique no "rating" da empresa o que fez à notação financeira do país está a aumentar.

As acções da Petrobras estão a reagir desta forma porque actualmente a Petrobras já tem um "rating" de "lixo" da Moody’s. E, salienta a Bloomberg, há alguns investidores institucionais, como os fundos de pensões, que ficam inibidos de fazer investimentos em activos com notação de "lixo" de duas agências de "rating".

Em forte queda está também a Oi, detida em mais de 20% pela Pharol, ao perder 5,67% para 2,33 reais. 

A moeda do país também está em queda, recuando quase 2% para mínimos de 2002. O dólar vale nesta altura 3,8555 reais. 

A justificar este corte da S&P está o pior desempenho da economia brasileira, somado às dificuldades da presidente Dilma Rousseff para revitalizar as contas públicas. O "outlook" é negativo, o que significa que há probabilidades de a agência de rating não ter ficado por aqui nos cortes. 

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