Bolsas mundiais eliminam efeito da guerra. Supremacia europeia esfumou-se perante os EUA
Apesar do potencial impacto negativo prolongado nas economias, os investidores consideram que o pior já passou e acreditam numa saída para o conflito, pelo que voltaram a ter mais apetite pelo risco.
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As bolsas mundiais viveram dias de forte volatilidade, e também de grandes quedas, desde o início de março. Mas nas últimas sessões – com a guerra no Médio Oriente a caminho de dois meses, após o ataque concertado dos Estados Unidos e Israel lançado contra o Irão a 28 de fevereiro – os mercados acionistas começaram a recuperar terreno e a apresentar saldo positivo para o período do conflito. Em Wall Street, o principal índice chegou mesmo a máximos históricos e as bolsas norte-americanas já suplantam de novo as europeias. Mas será sustentável? Tudo aponta para que sim.