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BPI e Vodafone impulsionam fecho da BVLP; PSI20 sobe 0,52% (act.)

A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) encerrou a sessão a subir, impulsionada pela Vodafone Telecel e BPI. O PSI20 cresceu 0,62% e o PS30 avançou 0.52%.

Duarte Costa 01 de Fevereiro de 2002 às 17:14
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A Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP) encerrou a sessão a subir, impulsionada pela Vodafone Telecel e BPI. O PSI20 cresceu 0,62% e o PS30 avançou 0.52%.

O PSI30 avançou para os 3.665,18 pontos, enquanto o PSI20 [PSI20] fixou nos 7.707,85 pontos, com onze empresas a subir, sete a perder e duas inalteradas.

O BPI [BPIN] trepou 3,25% para os 2,54 euros, com os «investidores a acreditarem que o banco continua a um preço apetecível para poder ser comprado», explicou operador ao Negocios.pt.

O Banco Espírito Santo [BESNN], que apresenta os resultados anuais na próxima terça-feira, fechou inalterado nos 14,50 euros, enquanto o Banco Comercial Português [BCP] desvalorizou 0,49% para os 4,04 euros.

A Vodafone Telecel [TLE] trepou 3,56% para os 9,89 euros, estando «a beneficiar das recentes recomendações de compra efectuadas por algumas corretoras», afirmou o mesmo operador.

A ParaRede [PARA] resvalou 3,08% para os 0,63 euros, depois de ontem ter anunciado que foi alvo de uma acção judicial, no valor de 2,64 milhões de euros, que lhe foi interposta pela espanhola AOL Servicios Interactivos Multimedia.

A Portugal Telecom [PTC] avançou 0,58% para os 8,70 euros, enquanto a Telefónica ganhou 1,25% na Bolsa de Madrid. A PT Inovação, empresa do Grupo PT, vai «abrir formalmente» uma subsidiária no Brasil no próximo dia 7 de Fevereiro, no primeiro passo da sua internacionalização, disse ontem ao Negocios.pt Paulo Nordeste, presidente executivo da empresa.

A Sonae SGPS [SON] valorizou 2,47% para os 0,83 euros, depois da UBS Warburg ter elevado o «preço alvo» de 0,90 euros para os 1,15 euros, mantendo a recomendação de «compra».

A Brisa [BRISA], que apresenta resultados a 1 de Março, ganhou 2,05% para os 4,98 euros, depois de ter investido 7,2 milhões de euros na subscrição de 681.868 acções na oferta pública de venda inicial (IPO) da CCR.

A CCR, concessionária brasileira de auto-estradas participada em 17% pela Brisa, iniciou hoje a cotar no «Novo Mercado» do Bovespa, tendo encaixado cerca de 144,34 milhões de euros, com a operação de dispersão em Bolsa.

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