Da dívida escondida à família: as acusações da Muddy Waters sobre a Mota-Engil
No processo de difamação contra o CEO da Mota-Engil, a gestora justifica a posição a descoberto no capital da empresa. Faz quatro alegações relacionadas com o fluxo de caixa, dívida escondida e abuso do controlo da família que a construtora considera "completamente infundadas".
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A Muddy Waters, o fundo abutre que abriu uma posição a descoberto no capital da Mota-Engil em setembro de 2024, está a processar o CEO Carlos Mota dos Santos por difamação - num processo ao qual a empresa e o gestor responderam com três moções, a solicitar o "indeferimento liminar" da ação - e aproveitou a acusação para justificar o "short" na construtora.
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