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Dow e S&P 500 sobem com menos pedidos de desemprego e à espera de mais estímulos

As bolsas do outro lado do Atlântico fecharam quase generalizadamente em alta, com a redução dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego e a expectativa de mais estímulos à economia a animarem os investidores. Mas o Nasdaq perdeu fôlego.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 23 de Dezembro de 2020 às 21:39
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O Dow Jones encerrou a somar 0,53% para os 30.175,46 pontos. Na passada sexta-feira, marcou um máximo de sempre nos 30.343,59 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 avançou 0,24% para 3.696,01 pontos. Na sexta-feira, 18 de dezembro, atingiu o valor mais alto da sua história, nos 3.726,70 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite recuou 0,29% para 12.771,11 pontos, depois de ter estabelecido um novo máximo histórico durante a sessão de ontem, nos 12.840,57 pontos.

 

O Nasdaq abriu o dia no verde mas acabou penalizado por pesos-pesados como a Apple e Microsoft.

 

A animar os restantes índices esteve a redução dos pedidos de subsídio de desemprego está a animar os investidores.

 

As novas solicitações deste apoio estatal ascenderam a 803.000 na semana terminada a 19 de dezembro, quando as estimativas apontavam para 880.000. Na semana precedente os pedidos tinham sido de 885.000.

 

Por outro lado, apesar do revés do pacote de estímulos aprovado no Congresso, que não foi aceite por Donald Trump e tem de ser reformulado, mantém-se a expectativa de que estas ajudas adicionais acabarão por ter luz verde.

 

Estas expectativas e a melhoria na frente dos pedidos de desemprego levaram os investidores a aplicarem o seu dinheiro em setores que mais provavelmente beneficiarão com a reabertura da economia quando recuperar da crise de saúde global.

 

Assim, as "blue chip" do Dow e as cotadas de menor capitalização lideraram os ganhos na sessão desta quarta-feira.

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