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EDP e Portugal Telecom contrariam queda do BCP (act)

A praça nacional encerrou estável, com a queda do BCP a ser suportada pelos ganhos da EDP e Portugal Telecom. O PSI-20 recuou 0,03%, numa sessão em que as principais bolsas europeias foram pressionadas pelas empresas do sector das telecomunicações.

Paulo Moutinho 31 de Janeiro de 2006 às 17:20
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A praça nacional encerrou estável, com a queda do BCP a ser suportada pelos ganhos da EDP e Portugal Telecom. O PSI-20 recuou 0,03%, numa sessão em que as principais bolsas europeias foram pressionadas pelas empresas do sector das telecomunicações.

O índice nacional encerrou nos 8.769,79 pontos, com onze das vinte cotadas a recuarem, sete a valorizarem e apenas dois títulos a fecharem inalterados. As restantes praças europeias seguiam mistas, com o sector das telecomunicações a pressionar os índices e com os mercados na expectativa quanto ao resultado da reunião da Reserva Federal no final do dia de hoje, que será a última presidida por Alan Greenspan.

Esta queda nas telecomunicações europeias não afectou a Portugal Telecom [ptc]. A empresa liderada por Miguel Horta e Costa valorizou 0,24% para os 8,26 euros, naquela que foi a segunda sessão consecutiva de ganhos para os títulos da operadora. A participada PT Multimédia avançou 0,41% para os 9,69 euros.

A sustentar o índice esteve também a EDP [edp]. A eléctrica nacional conseguiu, já perto do final da sessão, subir para os 2,71 euros, com um ganho de 0,74%.

O Banco Espírito Santo [besnn] avançou 0,83% para os 13,42 euros, depois de ter estado a valorizar mais de 1% durante a sessão. A instituição liderada por Ricardo Salgado vai apresentar na próxima quinta-feira, antes da abertura, os resultados da actividade de 2005.

Ainda no sector da banca, o BCP [bcp] recuou 0,82% para os 2,41 euros. A instituição presidida por Paulo Teixeira Pinto fechou em queda pela terceira sessão consecutiva e impediu o índice nacional de valorizar. O Banco BPI [bpin] cotou nos 4,13 euros, a ceder 0,72%.

O BCP e a EDP subscreveram um aumento de capital de 210 milhões de euros realizado pela operadora de telecomunicações Oni.

No grupo Sonae, a «holding» de Belmiro de Azevedo, a Sonae SGPS [son], recuou 0,84% para os 1,18 euros. A Sonaecom [snc] desceu 1,13% para os 3,50 euros e a Sonae Indústria [soni] apreciou 0,62% para os 6,50 euros. A Modelo Continente [mcon] registou uma queda de 1,07% para os 1,85 euros.

Impulsionada pela recomendação de «comprar» da Lisbon Brokers, a Jerónimo Martins [jmar] subi 0,15% para os 13,09 euros. A casa de investimento subiu também o preço-alvo para a retalhista de 13,60 euros para os 14,50 euros, tendo em conta a redução do prémio de risco global da empresa.

Nos «media», a Media Capital [mcp] liderou as descidas, ao recuar 0,52% para os 7,64 euros, no dia em que o Millennium bcp investimento, segundo a Reuters, anunciou que prevê uma subida de 195% nos lucros da empresa liderada por Miguel Pais do Amaral, para os 18,9 milhões de euros. A Cofina [cofi] desvalorizou 0,33% para os 3,04 euros, com o BCPI a prever um aumento nos ganhos, da empresa liderada por Paulo Fernandes, de 45% para os 9,1 milhões de euros, relativos a 2005.

A Impresa [ipr], detentora da SIC encerrou sem variação nos 5,02 euros, apesar de manter a liderança na lista de cinco acções com maior potencial de valorização para o Millennium bcp investimento, surgindo assim em primeiro lugar na lista com um potencial de subida de 21% face ao preço-alvo estabelecido pela casa de investimento de 6,10 euros.

 

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