Fortunas das famílias Soares dos Santos e Azevedo sobem 1,8 mil milhões em bolsa em 2025
Num ano de sonho para o PSI, só a família Amorim viu a fortuna cair, devido ao desempenho da Galp e da Corticeira. Azevedo e Soares dos Santos viram as retalhistas dar o maior salto, enquanto o clã Teixeira Duarte beneficiou do regresso ao PSI.
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O património conjunto das famílias que dominam a bolsa de Lisboa aumentou em 2025, num ano em que o principal índice nacional teve uma prestação positiva - a melhor dos últimos 16 anos -, ao valorizar quase 30%. Os seis clãs do PSI passaram a sete, com o regresso da Teixeira Duarte ao "benchmark" nacional, e só a família Amorim viu a fortuna cair, pressionada pela Galp e pela Corticeira, que desvalorizaram. Ainda assim, a penalização pela prestação em bolsa destas duas empresas foi amortecida pelo aumento dos dividendos, que foi geral às empresas do índice
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