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Galp e BCP ajudam PSI a fechar em máximo de sete anos

A bolsa portuguesa acompanhou o sentimento positivo vivido na Europa e acabou mesmo o dia no valor mais elevado desde 2015. É preciso recuar mais de sete anos para encontrar um fecho mais alto do índice de referência da praça portuguesa.

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euronext bolsa lisboa Miguel Baltazar
25 de Maio de 2022 às 16:47

O PSI avançou 0,88% para os 6.184,84 pontos, o valor de fecho mais alto desde 4 de maio de 2015. A bolsa nacional acompanhou o dia positivo vivido nas principais praças da Europa Ocidental e das 15 cotadas do índice apenas quatro fecharam no vermelho contra 11 que encerraram com ganhos.

A dar força ao índice estiveram sobretudo os pesos pesados Galp e BCP. A petrolífera acompanhou o setor de "oil & gas" europeu e avançou 2,74%, para os 11,625 euros. Já o banco liderado por Miguel Maya não só aproveitou a "boleia" do setor na Europa mas beneficiou também da subida do preço-alvo por parte da Jefferies e do Deutsche Bank. As ações do BCP ganharam 2,73%, fechando nos 0,1844 euros.

A maior subida do dia, contudo, pertenceu à Greenvolt, que escalou 3,98%, para os 7,05 euros, animada pela subida de mais de 43% nos lucros reportados pela empresa liderada por Manso Neto ontem após o fecho do mercado.

Ainda com ganhos bem acima de 1% estiveram cotadas como a Altri, Nos, Mota-Engil e Sonae.

Entre os pesos pesados, a Jerónimo Martins também ajudou ao desempenho do índice, com uma subida de 0,69%, e a EDP valorizou 0,63%. Já a EDP Renováveis deslizou 0,13%.

A cotada mais castigada acabou por ser a Navigator, que perdeu 2,07%, com os investidores a mostrarem-se sensíveis ao alerta dado pela papeleira de um aumento nos custos de produção que se deverá acentuar no atual trimestre.

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