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Galp segura PSI-20 apesar de queda de quase 1,5% do BCP

Num dia em que o petróleo renova máximos de quase um mês, a Galp subiu mais de 1%, dando força ao índice nacional e travando as perdas de quase 1,5% do BCP.

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Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 27 de Junho de 2018 às 16:41
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A bolsa nacional fechou em alta, somando 0,35% para 5.591,62 pontos. No verde encerraram onze cotadas e sete ficaram pelo vermelho. Na Europa o sentimento também foi positivo, com as principais praças a exibirem ganhos e o Stoxx600 0,72% para os 379,97 pontos. Esta quarta-feira, Trump permitiu o alívio aos mercados internacionais, ao sinalizar que  será mais brando do que o esperado com os investimentos chineses em tecnologia norte-americana

 

Por cá, a Galp puxa pelo PSI-20, ao apreciar 1,37% para os 16,25 euros. A petrolífera segue em sintonia com o bom momento do mercados do "ouro negro". O barril de Brent segue a valorizar 2,11% para os 77,92 dólares, um máximo de quase um mês. O entusiasmo quanto à matéria prima surge dada a menor produção do Canadá e da Líbia, na mesma altura em que os EUA ameaçam impor sanções aos países que não suspendam a importação de petróleo iraniano até 4 de Novembro.

No mesmo registo positivo fecha o sector do papel, com destaque para a Altri, que avançou 1,50% para os 8,78 euros. Segue-se a Semapa, com uma valorização de 0,88% para os 22,90 euros e finalmente a Navigator, que se fixa os 5,18 euros com uma subida de 0,19%.

Ainda a sustentar os ganhos da bolsa nacional está a EDP. A eléctrica liderada por António Mexia valorizou 0,59% para os 3,43 euros. A subida acontece um dia após ter sido avançada a notícia de que os chineses da China Three Gorges, os accionistas que lançaram uma OPA sobre a EDP, estariam a sondar várias energéticas sobre a possibilidade de comprarem os negócios de energias limpas da eléctrica nos EUA – contornando desta forma um dos entraves que pode bloquear a OPA.

Já a EDP Renováveis, a subsidiária da EDP que detém efectivamente  a actividade nos EUA, fechou com uma quebra de 0,11% para os 8,88 euros. Tanto a francesa Engie como a dinamarquesa Orsted manifestaram interesse em adquirir a cotada gerida por Manso Neto.


No sentido oposto remou o BCP, que perdeu 1,44% para os 25,95 cêntimos, seguindo a tendência dos congéneres europeus. O sector da banca foi o único a descer a terreno negativo entre as cotadas do Stoxx 600, registando um declínio de 0,02%.

 

(Notícia em actualizada às 17:01)

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