Lisboa despede-se da semana no vermelho com energia a pesar
A bolsa portuguesa encerrou a última sessão da semana em queda, interrompendo uma série de cinco ganhos diários. A pressionar o índice esteve, sobretudo, o setor energético.
A bolsa portuguesa interrompeu esta sexta-feira a série de ganhos consecutivos - que ascendia a cinco sessões - com o setor energético a pressionar o principal índice nacional. O PSI cedeu 0,49%, para os 5.987,17 pontos, com apenas quatro cotadas no verde, oito em queda e quatro inalteradas.
As ações da Galp foram as mais castigadas, com uma queda de 2,41%, para 10,72 euros, num dia em que os preços internacionais do petróleo recuam cerca de 1,5%.
Ainda no setor energético, a Greenvolt perdeu 1,53%, para 6,1 euros, enquanto a EDP cedeu 1.45%, fechando nos 4,339 euros. A EDP Renováveis, por seu turno, desvalorizou 0,44%, para os 18,02 euros. O setor das "utilities" viveu um dia negativo na Europa.
Do lado dos ganhos, a Corticeira Amorim subiu 1,5%, para 10,14 euros, enquanto o BCP, um dos pesos pesados do PSI, ajudou a limitar os estragos no índice nacional ao avançar 0,7%, para os 0,2302 euros, máximos de fecho desde finais de abril. Ainda em alta encerraram os CTT e a Altri, com ganhos de 0,28% e de 0,24%, respetivamente.
A Mota-Engil tocou os 2,34 euros, máximo intradiário desde maio de 2019, mas acabou por terminar o dia inalterada, nos 2,31 euros. Também inalterados fecharam os títulos da Ibersol (6,86 euros), Semapa (12,9 euros) e Jerónimo Martins (25,76 euros).