Lisboa recua para mínimos de um mês com energia e BCP a pressionarem
A bolsa portuguesa fechou em queda, contrariando a maioria das principais praças europeias. O setor da energia e os pesos pesados BCP e Jerónimo Martins pressionaram o índice nacional.
O PSI recuou 0,92% esta quarta-feira fechando nos 6.068,21 pontos, mínimo desde 4 de abril. A bolsa portuguesa contrariou a maioria das principais praças europeias, que viveram um dia de ganhso, embora pouco pronunciados.
Apenas seis das 16 cotadas do índice nacional fecharam em alta, tendo as restantes 10 terminado o dia no vermelho.
A Nos liderou as perdas, ao cair 2,91%, para os 3,808 euros, mínimos desde dezembro. Seguiram-se os CTT, que recuaram 2,65%, para os 3,67 euros.
O setor energético foi o que mais pressionou o PSI: a Galp perdeu 1,69%, para 10,47 euros, enquanto a Greenvolt recuou 1,4%, até aos 5,98 euros. A empresa liderada por João Manso Neto não fechava abaixo dos seis euros desde 21 de março do ano passado.
A EDP Renováveis, que apresentou resultados trimestrais antes da abertura, caiu 1.33%, até aos 19,67 euros, ao passo que a casa-mãe cedeu 0,85%, terminando o dia a valer 4,896 euros. A REN deslizou 0,76%.
Também a condicionar o desempenho da bolsa portuguesa estiveram os pesos pesados BCP, que recuou 1,34%, para 0,221 euros, e Jerónimo Martins, com uma queda de 0,87%, até aos 22,7 euros.
O setor papeleiro, tal como ontem, voltou a destacar-se pela positiva: a Semapa avançou 1,3%, para 14 euros, a Altri ganhou 1,11%, para 4,744 euros, e a Navigatos subiu 0,48%, fechando nos 3,35 euros.
Em alta fecharam ainda a Sonae, com um ganho de 1,18%, para 1,032 euros, e a Ibersol, que valorizou 0,6%, até aos 6,72 euros.
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