Lucros dão máximo de fevereiro à Galp mas PSI fecha no vermelho com tombo do BCP
A bolsa portuguesa terminou a última sessão de julho no vermelho, apesar de a Galp ter vivido a melhor sessão em cinco meses após apresentar os resultados semestrais.
A despedida de julho por parte da bolsa portuguesa fez-se em tons de vermelho, em contraciclo com a maioria das principais praças da Europa Ocidental. O PSI cedeu 0,43%, para os 6.135,31 pontos, com apenas quatro cotadas em alta e as restantes 12 em queda.
A pressionar o índice esteve principalmente o BCP, que tombou 4,21%, para os 0,2483 euros. As ações do banco liderado por Miguel Maya corrigiram hoje após sexta-feira terem encerrado em máximos de quatro meses, à boleia dos resultados semestrais.
Em forte queda fecharam também os títulos dos CTT, que recuaram 3,23%, até aos 3,59 euros.
A família EDP e a Jerónimo Martins também impediram melhor desempenho à bolsa nacional. A EDP caiu 1,23%, para 4,25 euros, enquanto o braço para as renováveis perdeu 0,49%, fechando nos 17,37 euros. Já a dona do Pingo Doce cedeu 0,48%, para os 24,76 euros.
A impedir quedas mais pesadas no PSI, a Galp avançou 4,45%, a maior subida desde inícios de abril, para os 12,1 euros, máximo de mais de cinco meses. Os resultados semestrais reportados pela petrolífera antes da abertura do mercado agradaram aos investidores.
Nota ainda para a Mota-Engil, que subiu 2,25%, até aos 2,5 euros, renovando máximos desde o final de agosto de 2018, ou seja, de quase cinco anos.
A Nos e a Navigator, com valorizações de 0,23% e de 0,06%, respetivamente, foram as outras cotadas a encerrar no verde.
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