Novas conversações de paz no horizonte dão fôlego à Europa e contagiam Lisboa
A praça nacional começou a negociar no verde, seguindo a tendência internacional, numa altura em que os preços do petróleo abrandam.
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A bolsa de Lisboa arrancou a negociação desta quarta-feira com ganhos ligeiros, seguindo a tendência europeia, numa altura em que uma ronda nova de negociações de paz entre o Irão e o EUA poderá acontecer nos próximos dois dias - o calendário já tinha sido avançado na imprensa, e agora é o próprio Presidente dos EUA que o diz.
O índice de referência nacional, o PSI, avançava 0,18% para 9.361,36 pontos, com oito cotadas no verde, quatro no vermelho e outras quatro inalteradas. O arranque de sessão não se mostrou muito agitado e nem os ganhos nem as perdas eram acentuados.
Do lado das valorizações destaca-se a Jerónimo Martins, a subir 0,76% para 21,30 euros, bem como BCP, que ganhava 0,49% para 0,9040 euros, depois de de saber que o atual CEO, Miguel Maya, vai continuar no cargo até 2029, cumprindo mais um mandato, segundo a proposta a votar pelos acionistas na assembleia geral.
Também a EDP avançava 0,34% para 4,666 euros, apesar de a Renováveis, o seu braço verde, cair 0,49% para para 14,10 euros - na segunda-feira, os acionistas aprovaram, em assembleia-geral, um programa de remuneração flexível a acionistas ('scrip dividend') no valor total de 132 milhões de euros, ou 0,13 euros por ação, e mudança de nome do grupo para EDP Renewables.
Também a ganhar nos primeiros minutos de negociação estavam a Altri (+0,83%), Teixeira Duarte (+0,68%), Navigator (+0,53%), Sonae (+0,45%) e Nos (+0,18%).
Semapa, REN, Ibersol e Corticeira Amorim.
Do lado das perdas, além da EDPR, caem também a Mota-Engil (-0,41%) e os CTT (-0,15%). A Galp recua 0,18% para 19,45 euros, penalizada pela queda dos preços do petróleo, com o Brent a negociar, a esta hora, nos 95 dólares por barril.
Notícia atualizada