Miguel Maya promete a acionistas do BCP continuar a dar 90% dos lucros
O banco está a caminho de atingir antecipadamente os objetivos do plano estratégico que termina em 2028. O objetivo definido de distribuir três quartos dos lucros acionistas é assim revisto em alta, mas o programa de recompra de ações vai depender da evolução de um rácio de solidez financeira.
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Para dar mais "transparência e previsibilidade ao mercado", como disse o administrador financeiro Miguel Bragança, a gestão do BCP vai propor na assembleia geral de 7 de maio um aumento da remuneração acionista para 90% dos lucros. Na conferência com analistas, o CEO Miguel Maya explicou que a ideia é mesmo rever em alta a política para repetir este nível nos próximos anos.
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