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UBS dá três razões para "comprar" acções da EDP

O UBS continua a recomendar aos investidores a "compra" das acções da Energias de Portugal (EDP). E dá mesmo três razões para que o façam, sendo a principal o facto de através da EDP se conseguir estar exposto ao negócio das energias renováveis, mas com desconto.

Paulo Moutinho 15 de Outubro de 2009 às 11:36
O UBS continua a recomendar aos investidores a “compra” das acções da Energias de Portugal (EDP). E dá mesmo três razões para que o façam, sendo a principal o facto de através da EDP se conseguir estar exposto ao negócio das energias renováveis, mas com desconto.

“A nossa perspectiva positiva assenta em três ‘pilares’: a EDP tem uma história de crescimento estrutural; excluindo o negócio das renováveis está a negociar com um desconto de 30% face às restantes ‘utilities’”, refere o UBS. A EDP “é a via mais barata para investir nas energias renováveis, na Europa”, acrescenta.

O terceiro dos três “pilares” e o facto de “durante os próximos 12 meses, esperarmos noticias positivas relativamente à redução da dívida”, destaca o UBS, que apresenta duas soluções para que a companhia liderada por António Mexia consiga reduzir o seu nível de endividamento.

Uma delas é “a diminuição da exposição ao Brasil, via a venda de uma participação ou a alienação de activos”, e a outra é um “aumento de capital por parte da EDP Renováveis”, acrescenta a equipa de “research” liderada por Alberto Gandolfi, na nota a que o Negócios teve acesso.

Neste “research”, o UBS manteve a recomendação de “comprar”, mas subiu em 4,3% o “target” da EDP para 3,60 euros, dos 3,45 euros. As acções da eléctrica estão a desvalorizar 0,22% para 3,174 euros, apresentando assim um potencial de subida de 13% aos títulos.


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