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Como estão as empresas portuguesas a contornar as flutuações cambiais nas importações?

A fixação do câmbio e o pagamento de bens importados em moeda local podem ser as duas melhores estratégias para as empresas importadoras nacionais evitarem o aumento dos preços provocado pelas flutuações das moedas. A China é o caso de estudo, já que é o maior fornecedor do país fora da Europa.

A moeda chinesa arrastou as bolsas de todo o mundo no Verão de 2015. Na madrugada de 10 para 11 de Agosto, o Banco Popular da China anunciou a maior desvalorização do yuan desde os anos 90, ao mesmo tempo que flexibilizava a cotação da sua divisa. A decisão fez tremer os mercados, uma vez que os investidores começaram a ter dúvidas sobre a real saúde da economia chinesa. A desvalorização foi entendida como um sinal de preocupante debilidade, como que numa tentativa de evitar que a sua desaceleração após um crescimento em torno de dois dígitos resultasse numa recessão.
Praticamente todo o mês de Agosto foi de queda nas bolsas, tendo a sessão de dia 24 sido apelidada de 'segunda-feira-negra', uma vez que se viveu 'mini-crash'. No dia seguinte, a China voltou a intervir para tentar travar a espiral de queda nos mercados e o banco central avançou com o quinto corte de juros desde Novembro de 2014, numa tentativa de estimular a economia. Resultou: as bolsas mundiais dispararam, a corrigirem da pior sessão em sete anos.
Reuters
Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 27 de Novembro de 2022 às 15:00
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As empresas portuguesas tiveram de encontrar soluções para contornar a volatilidade do mercado cambial, sobretudo no que toca à desvalorização do yuan - que acabou por penalizar indiretamente os importadores de bens chineses. 

Nos últimos meses, o dólar entrou num "rally", o euro caiu abaixo da paridade e as moeda emergentes ganharam destaque.
Entre as flutuações cambiais que mais podem ter pressionado as empresas ...
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