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Época de resultados e 4 outras coisas que precisa de saber para começar o dia

Pela Europa, a temporada de resultados avança a toda a força com os resultados de empresas como a BP, Ferrari e Spotify. Uma possível crise política no Reino Unido centra atenções, num dia em que, do outro lado do Atlântico, vão conhecer-se as novas projeções para o mercado petrolífero por parte do Departamento de Energia.

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06:45
Época de resultados acelera na Europa e EUA

Com a época de resultados a chegar ao fim em Wall Street, as atenções viram-se para a Europa. Esta terça-feira é a vez dos britânicos BP, Barclays e AstraZeneca, da italiana Ferrari, da francesa Kering e da sueca Spotify. Ainda entre as gigantes do setor do luxo, a Hérmès e a L’Oreal publicam os seus resultados anuais na quinta-feira. Do outro lado do Atlântico, empresas como a Coca-Cola e a S&P Global centram atenções. 

Mercado petrolífero norte-americano em foco

Esta terça-feira, o Departamento de Energia dos EUA dá a conhecer as previsões atualizadas para a procura e oferta de petróleo, . No relatório de janeiro, antecipava-se que o Brent caísse para os 56 dólares por barril este ano - uma tendência que deveria continuar em 2027, com o crude de referência europeu a ceder para os 54 dólares. 

Vendas a retalho nos EUA

Depois de terem registado a maior subida desde julho do ano passado em novembro, as vendas a retalho nos EUA devem ter desacelerado para 0,4% no último mês de 2025. Este é um importante indicador para medir a vitalidade do consumo norte-americano, o motor daquela que é a maior economia do mundo. 

Taxa de desemprego em França

O desemprego deverá ter continuado a crescer em França no quarto trimestre de 2025. Os analistas apontam para uma ligeira subida na taxa de desemprego, que deverá avançar 0,1 pontos percentuais para 7,8%, mantendo-se no valor mais elevado desde 2021 - quando os impactos da pandemia da covid-19 faziam-se sentir. 

Tempestade política no Reino Unido centra atenções

A liderança de Keir Starmer está sob ameaça e os impactos de uma possível crise política já se fazem sentir nos mercados financeiros. A , em tendência contrária com os pares europeus. Num contexto em que vários elementos do gabinete do primeiro-ministro já se demitiram, mas os principais adversários dentro do Partido Trabalhista optaram por demonstrar o apoio a Starmer, resta saber se o líder do executivo vai resistir à pressão. 

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