Espanha sob fogo cerrado dos mercados
O efeito tranquilizante das injecções de liquidez do BCE está a esfumar-se mais rapidamente do que esperava a maioria dos especialistas. O "rolo compressor" da crise da dívida voltou a ganhar força e Espanha surge como o país mais vulnerável. As taxas de juro regressaram aos 6% e os analistas dizem que o mercado está a "acordar" para as fragilidades do país vizinho.
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A subida das taxas de juro em Espanha volta a fazer manchetes na imprensa internacional. A taxa implícita na dívida a 10 anos voltou aos 6%, nível a que negociava no Verão passado, antes de o BCE começar a comprar "bonos" no mercado secundário, e novamente em Novembro último, antes de Mario Draghi anunciar a realização das duas operações de refinanciamento de longo prazo (LTRO, na sigla inglesa).