Exploração de petróleo na Venezuela permite à Galp diversificar o seu portfolio
O reforço da cooperação da Galp com a petrolífera venezuelana PDVSA tem um impacto potencialmente positivo na companhia portuguesa uma vez que permite diversificar o seu portfolio futuro de exploração.
O reforço da cooperação da Galp com a petrolífera venezuelana PDVSA tem um impacto “potencialmente positivo” na companhia portuguesa uma vez que permite diversificar o seu portfolio futuro de exploração.
O presidente da Venezuela, Hugo Chavez, afirmou, ontem, que a GALP vai aumentar a área de exploração de petróleo no seu país, através de um reforço da cooperação com a petrolífera venezuelana, PDVSA.
Em causa, de acordo com o chefe de Estado venezuelano, estão dois blocos de petróleo, um mais antigo que não precisou, e um segundo no Leste do país, Oritupano, onde substituirá uma petrolífera norte-americana.
Para os analistas do BPI esta notícia tem um “impacto positivo” uma vez que “a Galp continua a diversificar o seu portfolio futuro de exploração, hoje focado em Angola e no Brasil”.
O BPI tem um preço-alvo de 17,30 euros e uma recomendação de “comprar” para as acções da Galp.