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Galp desliza para mínimos de 2016 e pesa na bolsa nacional

A bolsa nacional inverteu da tendência de ganhos registada logo na abertura, com a Galp Energia a ser a principal responsável, ao cair mais de 1,5% e negociando em mínimos de 2016. Do lado oposto está a EDP Renováveis, que sobe e atinge máximos históricos.

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Reuters
Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 17 de Junho de 2019 às 09:43
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O PSI-20 cede 0,44% para 5.107,73 pontos, com 12 cotadas em queda, cinco em alta e uma inalterada. Entre os congéneres europeus a tendência, que no início da sessão era de subida ligeira, não está definida, com alguns índices a caírem e outros a subirem. O Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias está mesmo inalterado nos 378,81 pontos.

 

Os investidores continuam cautelosos, num ambiente de elevada incerteza em relação à guerra comercial. O dia será marcado pelo fim da consulta pública sobre a aplicação de novas tarifas por parte dos EUA a importações chinesas equivalentes a 300 mil milhões de dólares. Este é apenas mais um episódio da guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais.

 

Além disso, os dados económicos não têm sido muito esclarecedores sobre a evolução da economia, o que aumenta a incerteza sobre o que farão os bancos centrais para ajudar a proteger a economia.

 

Este contexto tem provocado a queda dos preços do petróleo, devido aos receios em torno do abrandamento da economia (ao mesmo tempo que os EUA continuam a aumentar as suas reservas de crude e derivados). E isto tem-se refletido no setor petrolífero. E a Galp Energia não é exceção. A empresa portuguesa está a descer 1,78% para 12,915 euros, tendo já tocado nos 12,875 euros, o que representa o valor mais baixo desde dezembro de 2016. Desde o início do ano, a Galp acumula uma queda de quase 7%.

 

Do lado oposto está a EDP Renováveis, ao subir 0,43% para 9,24 euros. Uma subida claramente insuficiente para animar a bolsa nacional, mas que coloca a empresa liderada por João Manso Neto em máximos. A Renováveis, que já esteve a negociar nos 9,28 euros, negoceia assim no valor mais elevado de sempre.

 

A travar a queda da bolsa está também o BCP, ao apreciar 0,19% para 0,2573 euros, bem como os CTT, que sobem 0,46% para 2,170 euros.

 

Já a EDP desce 0,78% para 3,415 euros, a Jerónimo Martins recua 0,56% para 14,305 euros e a Sonae SGPS cede 0,28% para 0,8825 euros.

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