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Merck leva a queda do Dow Jones; Nasdaq valoriza (act.)

A farmacêutica Merck levou hoje à queda do índice industrial Dow Jones, ao chegar a recuar 27% na praça de Nova Iorque, depois de anunciar que vai retirar o medicamento Vioxx do mercado mundial. O Dow Jones caiu 0,55% enquanto o Nasdaq valorizou 0,15%.

30 de Setembro de 2004 às 22:00

A farmacêutica Merck levou hoje à queda do índice industrial Dow Jones, ao chegar a recuar 27% na praça de Nova Iorque, depois de anunciar que vai retirar o medicamento Vioxx do mercado mundial. O Dow Jones caiu 0,55% enquanto o Nasdaq valorizou 0,15%.

O Dow Jones [indu] caiu 0,55%, para 10.080,27 pontos enquanto o Nasdaq [ccmp] fechou a valorizar 0,15%, para 1.896,84 pontos.

A Merck, a segunda maior farmacêutica dos EUA, caiu 26,78%, para 33 dólares (26,54 euros) – a maior queda do título nos últimos 20 anos – depois de ter anunciado que irá retirar o medicamento Vioxx – vendido em Portugal sob a mesma designação comercial – devido à divulgação de dados que apontam para aumento do risco de ataque cardíaco depois de 18 meses de tratamento. Com a retirada do Vioxx do mercado, responsável por vendas de 2,5 mil milhões de dólares, a Merck também reviu, em baixa, a sua previsão de lucros, que agora passaram a ser menores em 60 cêntimos por acção do que o anteriormente previsto.

A desvalorização em bolsa da Merck, que significou uma perda de 26,8 mil milhões de dólares em capitalização bolsista, acabou por favorecer a rival Pfizer, que avançou 1,39%, para 30,60 dólares (24,61 euros).

Os gastos dos consumidores norte-americanos mantiveram-se inalterados em Agosto, depois de em Junho ter registado um crescimento de 1,1%, anunciou hoje o departamento do Comércio daquele país.

No mesmo mês em análise, os rendimentos aumentaram 0,4%, depois de em Julho terem progredido 0,2% face a Junho anterior.

Os economistas consultados pela Bloomberg aguardavam um aumento de 0,1% nos gastos dos consumidores e um crescimento de 0,4% nos rendimentos em Agosto.

O número de novos pedidos de subsídio ao desemprego nos EUA subiu em 18.000 registos na semana passada, encontrando-se agora o total em 369 mil pedidos, o valor mais elevado desde Fevereiro, de acordo com o Departamento do Trabalho norte-americano, que hoje revelou os dados.

Os valores ficaram acima das estimativas de 38 economistas contactados pela agência Bloomberg, que estimavam que o mesmo indicador registasse uma queda para 343 mil registos, face a uma leitura inicial de 350 mil pedidos para a semana antecedente.

A PepsiCo, fabricante da Pepsi-Cola, progrediu 1,14%, para 48,65 dólares (39,12 euros). Os resultados líquidos da PepsiCo registaram um aumento de 35% no terceiro trimestre fiscal, impulsionados pelas vendas fora dos EUA, anunciou hoje a empresa.

Os resultados líquidos da companhia aumentaram para 1,36 milhões de dólares (1,10 mil milhões de euros), ou 79 cêntimos por acção. Os lucros excederam assim em um cêntimo a previsão realizada pelos analistas consultados pela Thomson Financial, que apontavam para ganhos de 65 cêntimos – excluindo um impacto fiscal positivo de 13 cêntimos por título.

No Nasdaq, a Nortel Networks recuou 4,46%, para 4,28 dólares (3,44 euros), depois da maior fabricante de equipamento telefónico ter anunciado que irá reduzir 3.250 postos de trabalho, menos 250 postos do que o que tinha previsto.

Já a Gateway avançou 7,61%, para 4,95 dólares (3,98 euros), depois da terceira maior retalhista de computadores pessoais dos EUA ter anunciado que introduziu três novos modelos de forma a incentivar as vendas.

O ADR da Portugal Telecom (PT) [PTC] encerrou a valorizar 0,27%, para 11 dólares (8,85 euros), enquanto em Lisboa as acções da operadora de telecomunicações terminaram a sessão a cair 0,78%, para 8,87 euros.

O ADR da Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] finalizou a sessão a avançar 1,46%%, para 29,25 dólares (23,52 euros), enquanto em Lisboa os títulos da empresa atingiram os 2,35 euros, a valorizar 1,29%. Cada ADR equivale a 10 acções da eléctrica nacional.

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