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A sua semana dia a dia: bancos centrais, PMI e inflação

A política monetária vai ser o centro das atenções ao longo dos próximos dias com grandes bancos centrais como o europeu, o britânico, o norueguês ou o norte-americano com encontros marcados.

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12 de Dezembro de 2021 às 19:00

Segunda-feira Economia portuguesa em foco

A semana vai ser cheia em termos de dados económicos a nível nacional. Logo na segunda-feira, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulga dados dos índices de produção, emprego e remunerações na construção, bem como os índices de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas nos serviços (ambos relativos a outubro), que permitirão medir a saúde da economia nacional no arranque do último trimestre do ano.

Terça-feira Sinais do mercado de trabalho britânico

O mercado de trabalho é um dos indicadores chave que o Banco de Inglaterra acompanha e haverá novos dados esta terça-feira. A pressão da emergência da variante ómicron da covid-19 já deverá ter afastado a possibilidade de uma subida de juros este mês (o comité de política monetária reúne-se na quinta-feira), mas as estatísticas do desemprego poderão dar novos sinais sobre os próximos passos do banco central.

Quarta-feira Fed dá pontapé de saída nos encontros

Vários bancos centrais do mundo inteiro reúnem-se esta semana para os últimos encontros de política monetária do ano. A expectativa é elevada entre a pressão da pandemia e o risco de sobreaquecimento da economia. O pontapé de saída será dado pela Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos, que começa na terça-feira um encontro de dois dias. Quarta-feira ao final do dia, o presidente Jerome Powell vai dar a conhecer as decisões do banco central. Além da estratégia para a compra de dívida e os juros no país, o staff da Fed vai ainda atualizar as projeções económicas.

Quinta-feira BCE anuncia sucessor do PEPP

O Conselho de Governadores tem encontro marcado para esta quinta-feira e a presidente Christine Lagarde prometeu dar novas informações sobre a estratégia para o próximo ano. O programa de emergência pandémica, com o qual o BCE está a compra 1,85 biliões de euros em dívida pública e privada, vai fechar ao fim em março._A expectativa do mercado é que não seja prolongado, mas poderá ser substituído por um reforço de outro programa do BCE ou pela criação de um novo instrumento. Também o Banco de Inglaterra e da Noruega tem encontros marcados no mesmo dia.

Quinta-feira Conhecido o índice PMI na Europa e EUA

O Purchasing Managers Index (PMI), ou índice dos gestores de compras em português, é um importante indicador para perceber as expectativas de gestores e empresas para o mês. Ao longo do dia a Markit vai divulgar dados dos serviços e da indústria relativos a várias economias europeias (incluindo Alemanha e França), mas também da zona euro e dos EUA. Os relatórios vão refletir a produção e atividade das empresas em dezembro.

Sexta-feira Inflação europeia continua em máximos

Para fechar a semana, o Eurostat dá a conhecer dados finais do índice de preços no consumidor da zona euro, em novembro. A estimativa rápida indica que a taxa inflação anual na zona euro deverá ter disparado para 4,9% (especialmente impulsionada pela energia), o que compara com 4,1% em outubro. Este é o valor mais mais elevado de sempre.

A semana vai ser cheia em termos de dados económicos a nível nacional. Logo na segunda-feira, o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulga dados dos índices de produção, emprego e remunerações na construção, bem como os índices de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas nos serviços (ambos relativos a outubro), que permitirão medir a saúde da economia nacional no arranque do último trimestre do ano.

O mercado de trabalho é um dos indicadores chave que o Banco de Inglaterra acompanha e haverá novos dados esta terça-feira. A pressão da emergência da variante ómicron da covid-19 já deverá ter afastado a possibilidade de uma subida de juros este mês (o comité de política monetária reúne-se na quinta-feira), mas as estatísticas do desemprego poderão dar novos sinais sobre os próximos passos do banco central.

Vários bancos centrais do mundo inteiro reúnem-se esta semana para os últimos encontros de política monetária do ano. A expectativa é elevada entre a pressão da pandemia e o risco de sobreaquecimento da economia. O pontapé de saída será dado pela Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos, que começa na terça-feira um encontro de dois dias. Quarta-feira ao final do dia, o presidente Jerome Powell vai dar a conhecer as decisões do banco central. Além da estratégia para a compra de dívida e os juros no país, o staff da Fed vai ainda atualizar as projeções económicas.

O Conselho de Governadores tem encontro marcado para esta quinta-feira e a presidente Christine Lagarde prometeu dar novas informações sobre a estratégia para o próximo ano. O programa de emergência pandémica, com o qual o BCE está a compra 1,85 biliões de euros em dívida pública e privada, vai fechar ao fim em março._A expectativa do mercado é que não seja prolongado, mas poderá ser substituído por um reforço de outro programa do BCE ou pela criação de um novo instrumento. Também o Banco de Inglaterra e da Noruega tem encontros marcados no mesmo dia.

O Purchasing Managers Index (PMI), ou índice dos gestores de compras em português, é um importante indicador para perceber as expectativas de gestores e empresas para o mês. Ao longo do dia a Markit vai divulgar dados dos serviços e da indústria relativos a várias economias europeias (incluindo Alemanha e França), mas também da zona euro e dos EUA. Os relatórios vão refletir a produção e atividade das empresas em dezembro.

Para fechar a semana, o Eurostat dá a conhecer dados finais do índice de preços no consumidor da zona euro, em novembro. A estimativa rápida indica que a taxa inflação anual na zona euro deverá ter disparado para 4,9% (especialmente impulsionada pela energia), o que compara com 4,1% em outubro. Este é o valor mais mais elevado de sempre.

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