PSI-20 a negociar acima dos 11.500 pontos impulsionada pelo BCP e pela PT
A bolsa nacional mantém a tendência de subida, a negociar acima dos 11.500 pontos pela primeira vez em mais de seis anos, impulsionada pelo BCP e pela Portugal Telecom. O PSI-20 seguia a valorizar 0,1%, no dia em que a Sonaecom, a Jerónimo Martins e a Por
A bolsa nacional mantém a tendência de subida, a negociar acima dos 11.500 pontos pela primeira vez em mais de seis anos, impulsionada pelo BCP e pela Portugal Telecom. O PSI-20 seguia a valorizar 0,1%, no dia em que a Sonaecom, a Jerónimo Martins e a Portucel renovaram máximos.
O principal índice da bolsa nacional [psi20] avançava para os 11.500,86 pontos com 14 títulos a subir, seis a descer e nenhum inalterado.
A contribuir para a subida da bolsa portuguesa estava o BCP [bcp] e a PT. As acções do banco de Paulo Teixeira Pinto subiam 1,06% para os 2,85%. A impulsionar a cotação do BCP está a expectativa em relação à possibilidade de na próxima semana a Autoridade da Concorrência se pronunciar sobre a operação de concentração resultante da oferta pública de aquisição (OPA) ao BPI [bpin]. Os títulos do banco liderado por Fernando Ulrich seguiam a cair 0,17% para os 6,00 euros.
A Portugal Telecom [ptc] valorizava 0,3% para os 10,16 euros, com a perspectiva de que a Sonaecom venha a rever em alta o valor da oferta pública de aquisição (OPA). O Credit Suisse defendeu ontem que a empresa de Paulo Azevedo terá que aumentar o preço para os 11 euros para ser bem sucedido na compra da PT.
As acções da Soanecom [snc] ganhavam 2,37% para os 6,04 euros, o valor mais alto desde Março de 2001. Os títulos da Sonae [son] seguiam a cair 0,59% para os 1,68 euros.
A impulsionar a bolsa nacional está também a Cimpor [cimp] que valorizarva 1,15% para os 6,18 euros.
A Semapa [sema] também seguia a subir 0,9% para os 8,93 euros e a Portucel [ptcl] somava 1,22% para os 2,48 euros, o valor mais alto de sempre.
A Soares da Costa [sco] subia 2,82% para os 0,73 euros.
A impedir maiores ganhos da bolsa nacional está a Energias de Portugal [edp] que recuava 1,01% para os 3,93 euros, depois de ontem ter atingido o valor mais alto desde Março de 2000. A Goldman Sachs reviu em baixa a recomendação para as acções da eléctrica de "neutral" para "vender", mantendo o preço-alvo de 3,35 euros, um valor quase 15% abaixo da actual cotação.
A Galp Energia [galp pl] segue a cair 0,92% para os 6,46 euros.
A Jerónimo Martins [jmar], que hoje tocou no nível mais elevado desde Abril de 2000 ao tocar nos 18,05 euros, seguia estável nos 18,00 euros.