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PSI-20 desce mais de 1% pressionado pelo grupo EDP e JM

A bolsa nacional acompanhou a tendência negativa das principais praças europeias, que interrompem a maior série de valorizações desde Outubro de 2015.

Euronext bolsa
Bruno Simão/Negócios
Rita Faria afaria@negocios.pt 05 de Outubro de 2016 às 16:46
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A bolsa nacional encerrou em terreno negativo esta quarta-feira, 5 de Outubro, com o PSI-20 a descer 1,31% para 4.575,18 pontos – a maior queda desde 16 de Setembro. Das 18 cotadas que formam o principal índice português, 12 fecharam em queda, cinco em alta e uma inalterada.

Na Europa, os principais índices negoceiam igualmente no vermelho, interrompendo uma série de seis sessões consecutivas de ganhos – a mais longa desde Outubro do ano passado – devido aos receios de que o Banco Central Europeu (BCE) esteja a preparar-se para reduzir gradualmente os estímulos à economia.

Isto depois de a Bloomberg ter noticiado ontem que o banco central está a estudar a forma como poderá retirar os estímulos à economia do euro causando o menor impacto possível no mercado.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desce 0,49% para 344,41 pontos, pressionado sobretudo pelas empresas do sector do imobiliários e das ‘utilities’. Ainda assim, as perdas são menos acentuadas do que no início da sessão. 

Na bolsa nacional, o grupo EDP e a Jerónimo Martins foram as cotadas que mais penalizaram o PSI-20. A EDP desceu 2,76% para 2,82 euros, a EDP Renováveis caiu 2,46% para 6,85 euros e a Jerónimo Martins deslizou 1,84% para 15,71 euros depois de ter atingido ontem o valor mais alto desde Setembro de 2013.

A contribuir para a descida do PSI-20 estiveram ainda a REN, os CTT e a Sonae. A REN recuou 2,73% para 2,53 euros, a empresa de correios recua 1,54% para 5,869 euros e a retalhista desceu 2,23% para 70 cêntimos.

Na banca, o BCP deslizou 0,65% para 1,54 cêntimos e o BPI recuou 0,18% para 1,128 euros.

Do lado das subidas, a Pharol ganhou 2% para 25,5 cêntimos com as acções a regirem positivamente a notícias que dão conta do interesse do fundo americano Elliott Management, do milionário Paul Singer, em entrar no capital da operadora brasileira, através da injecção de até 10 mil milhões de reais (2,77 mil milhões de euros).

Já a Corticeira Amorim subiu 1,96% para 8,86 euros. 

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