Wall Street de portas fechadas e outras 4 coisas que precisa de saber para começar o dia
As bolsas dos EUA estarão encerradas, deprimindo os volumes de negociação nas principais praças mundiais. Em Londres, são retomadas as negociações sobre o pós-Brexit, num dia em que há indicadores económicos a que estar atento.
| Negociações do Brexit regressam em formato cara-a-cara |
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A nova ronda de negociações entre a União Europeia e o Reino Unido sobre o pós-Brexit recomeçam esta segunda-feira, de forma presencial, com reuniões em Londres. As últimas rondas de negociações, que registaram poucos progressos, foram feitas através de videoconferências devido à pandemia da covid-19. No mesmo dia, Jonathan Haskel, membro do Banco de Inglaterra, discursa num painel na Comissão Europeia. |
| Bolsas dos Estados Unidos encerradas devido ao Labor Day |
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As bolsas dos Estados Unidos vão estar encerradas esta segunda-feira, devido à comemoração do Labor Day no país. Com Wall Street de portas fechadas, os volumes de negociação nas principais praças mundiais deverão ser menores do que o habitual. |
| Comércio da China influencia mercados |
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O andamento das bolsas neste arranque de semana será influenciado pelos dados sobre as importações e exportações da China,em agosto. Apesar de estes números serem acompanhados sempre de perto pelos mercados, assumem especial relevância pelo facto de o país ter sido o epicentro da pandemia da covid-19 e poder, assim, projetar o ritmo de recuperação para as outras economias. |
| Alemanha revela dados sobre a produção da indústria |
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Esta segunda-feira serão conhecidos os dados sobre a evolução da produção industrial na Alemanha, no mês de julho, que darão uma imagem mais clara sobre a recuperação na maior economia europeia. Depois da subida de 8,9% registada em junho, as previsões apontam agora para um abrandamento, com uma subida de 4,5% em julho. |
| Japão confirma quebra histórica do PIB |
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O Japão vai revelar os números finais sobre o PIB no segundo trimestre, confirmando a quebra histórica induzida pela covid-19. Os analistas esperam que a descida de 7,8% face ao primeiro trimestre, avançada em meados de agosto, seja revista em alta para 8%. Esta queda trimestral é superior à que a economia japonesa sofreu no primeiro trimestre de 2009, no auge da crise financeira global desencadeada pelo colapso do Lehman Brothers (então de 4,8%), e a maior desde que os registos começaram,em 1995. A contração do PIB face ao mesmo trimestre do ano passado ronda os 27,8%. |
A nova ronda de negociações entre a União Europeia e o Reino Unido sobre o pós-Brexit recomeçam esta segunda-feira, de forma presencial, com reuniões em Londres. As últimas rondas de negociações, que registaram poucos progressos, foram feitas através de videoconferências devido à pandemia da covid-19. No mesmo dia, Jonathan Haskel, membro do Banco de Inglaterra, discursa num painel na Comissão Europeia.
As bolsas dos Estados Unidos vão estar encerradas esta segunda-feira, devido à comemoração do Labor Day no país. Com Wall Street de portas fechadas, os volumes de negociação nas principais praças mundiais deverão ser menores do que o habitual.
O andamento das bolsas neste arranque de semana será influenciado pelos dados sobre as importações e exportações da China,em agosto.
Apesar de estes números serem acompanhados sempre de perto pelos mercados, assumem especial relevância pelo facto de o país ter sido o epicentro da pandemia da covid-19 e poder, assim, projetar o ritmo de recuperação para as outras economias.
Esta segunda-feira serão conhecidos os dados sobre a evolução da produção industrial na Alemanha, no mês de julho, que darão uma imagem mais clara sobre a recuperação na maior economia europeia.
Depois da subida de 8,9% registada em junho, as previsões apontam agora para um abrandamento, com uma subida de 4,5% em julho.
O Japão vai revelar os números finais sobre o PIB no segundo trimestre, confirmando a quebra histórica induzida pela covid-19. Os analistas esperam que a descida de 7,8% face ao primeiro trimestre, avançada em meados de agosto, seja revista em alta para 8%.
Esta queda trimestral é superior à que a economia japonesa sofreu no primeiro trimestre de 2009, no auge da crise financeira global desencadeada pelo colapso do Lehman Brothers (então de 4,8%), e a maior desde que os registos começaram,em 1995.
A contração do PIB face ao mesmo trimestre do ano passado ronda os 27,8%.