Há quatro meses consecutivos que o petróleo está em queda. Não acontecia desde 2023
Os preços do crude têm sido penalizados pelos receios de que haja um excesso de oferta da matéria-prima. Se “ouro negro” russo reentrar no mercado, a pausa esperada da OPEP+ pode contrabalançar, mas não deve ser suficiente para animar os investidores.
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O mercado petrolífero continua sob pressão. As cotações do crude, tanto em Londres como em Nova Iorque, fecharam na sexta-feira o quarto mês consecutivo no vermelho, naquela que é a mais longa série de perdas desde março de 2023. E há vários fatores a penalizar o sentimento dos investidores, como a possibilidade de haver em breve mais crude russo no mercado.
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