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Ao minutoAtualizado há 59 min08h58

Crude sobe ligeiramente com "traders" a pesar possível escalada da guerra contra negociações

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta segunda-feira.

Bolsas Ásia
Bolsas Ásia AP/Ahn Young-joon
Negócios 08:45
há 59 min.08h58

Euro e libra ganham terreno com "traders" a avaliar relatos de cessar-fogo

Euro dólar

O dólar está a oscilar entre ganhos e perdas na manhã desta segunda-feira, com os “traders” a continuarem centrados na guerra no Médio Oriente e focados na possibilidade de um cessar-fogo de 45 dias, anteriormente anunciado pelo portal Axios.

O índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – avança ligeiros 0,01%, para os 100,035 pontos.

Nesta medida, os “traders” já não estão a prever uma intervenção da Reserva Federal até, pelo menos, a segunda metade de 2027, comparando com as expectativas que havia no arranque do ano de duas reduções das taxas em 2026. Os dados da semana passada sugeriram que as condições do mercado laboral dos EUA permaneceram estáveis em março, embora economistas tenham alertado que uma guerra prolongada no Médio Oriente representava um risco de queda do emprego.

Já pelo Japão, face ao iene, o dólar negoceia com uma queda de 0,04%, para os 159,600 ienes, com a divisa nipónica a negociar não muito longe dos mínimos de 21 meses atingidos na semana passada, enquanto os mercados aguardam por sinais de uma possível intervenção de Tóquio no mercado cambial, na sequência de fortes avisos por parte de responsáveis nos últimos dias. A ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, alertou na sexta-feira que o Governo está pronto para agir contra movimentos especulativos nos mercados cambiais, uma vez que a volatilidade aumentou “significativamente”.

No que toca à Europa, o euro ganha 0,38%, para os 1,156 dólares. Já a libra avança 0,31%, para os 1,324 dólares.

08h45

Ouro reduz perdas com relatos de possível cessar-fogo entre EUA e Irão

Barras de ouro suíço de 500g com pureza de 999,9

O ouro e a prata estão a negociar em baixa nesta manhã, ainda que estejam a reduzir as perdas neste momento, com relatos de um possível cessar-fogo no Irão a impulsionar a procura pelo metal amarelo, apesar de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter intensificado as suas ameaças de escalada do conflito.

A esta hora, o ouro perde 0,53%, para os 4.651,910 dólares por onça, já depois de ter chegado a registar um recuo de cerca de 1,60%. No que toca à prata, o metal precioso cede 1,64%, para os 71,786 dólares por onça.

Os Estados Unidos (EUA), o Irão e mediadores regionais estão a discutir os termos de um potencial cessar-fogo de 45 dias, informou a Axios, citando fontes com conhecimento das negociações. Posteriormente, o Presidente dos EUA afirmou que planeia realizar uma conferência de imprensa na tarde desta segunda-feira, ao mesmo tempo que publicou uma mensagem nas redes sociais sobre um prazo limite de terça-feira à noite, sem fornecer quaisquer detalhes sobre o que se seguirá a esse prazo.

Noutros pontos, dados indicaram uma estabilização do mercado de trabalho norte-americano e atenuaram a urgência de cortes nas taxas de juro para impulsionar a economia, aumentando a pressão sobre o ouro. O aumento do número de empregos em março, para o nível mais elevado desde o final de 2024, irá provavelmente reforçar o foco da Reserva Federal nos riscos de inflação, que estão a ser agravados pelos preços mais elevados do petróleo.

Nesta medida, o ouro, que não rende juros, beneficia normalmente de um ambiente de taxas mais baixas. O metal amarelo já caiu cerca de 12 % desde o início do conflito, uma vez que a subida acentuada dos preços da energia alimentou os receios de uma escalada da inflação, com as perspetivas de cortes nas taxas a desvanecerem-se.

08h43

Crude sobe ligeiramente com "traders" a pesar possível escalada da guerra contra negociações

Petróleo.

Os preços do petróleo estão a oscilar sem grandes alterações nesta manhã, enquanto os “traders” acompanham as notícias sobre um possível pedido de cessar-fogo no Médio Oriente por parte do Irão, enquanto um novo ultimato do Presidente Donald Trump a Teerão também marca a agenda.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, avança 1,08% para 110,21 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos (EUA), segue a somar 0,20% para 111,86 dólares.

Os EUA, o Irão e mediadores regionais estarão a discutir os termos de uma potencial pausa de 45 dias na guerra, segundo informou a Axios, citando fontes com conhecimento das negociações.

No fim de semana, Trump ameaçou, , levar o “inferno” ao Irão com ataques a centrais elétricas e outras infraestruturas caso o estreito de Ormuz não fosse reaberto. Mas Teerão tem rejeitado repetidamente as exigências norte-americanas, e a rota marítima permanece, na prática, fechada, exceto a um pequeno número de embarcações.

Ainda assim, o Irão anunciou no sábado que o Iraque estaria isento das restrições impostas pelo país à navegação pelo estreito, o que poderá permitir um aumento dos carregamentos de petróleo.

E refletindo a agitação que tem levado a uma escalada dos preços da energia nos mercados internacionais, a Arábia Saudita decidiu elevar o preço do seu principal tipo de petróleo destinado à Ásia para um nível recorde. A Saudi Aramco aumentará os preços do crude conhecido como Arab Light, para venda em maio, para um prémio de 19,50 dólares acima dos índices de referência regionais, de acordo com uma lista vista pela Bloomberg.

Já pelos EUA, Trump disse que planeia realizar uma conferência de imprensa esta tarde, que será seguida com atenção pelos mercados. A 26 de março, Trump deu ao Irão um prazo de 10 dias para reabrir o estreito de Ormuz – e este ultimato expira nesta terça-feira à noite.

“À primeira vista, a guerra entrou noutra fase de escalada acentuada”, afirmou à Bloomberg Vandana Hari, fundadora da Vanda Insights. Ainda assim, “a expectativa de uma correção de preços massiva e rápida no caso de uma resolução cria uma hesitação em aumentar demasiado as posições longas nesta fase”, acrescentou.

Nesta medida, os investidores têm-se mostrado nervosos com as mensagens frequentemente contraditórias de Trump sobre o conflito, com o líder norte-americano a oscilar entre afirmações de que a guerra terminará em breve e ameaças de intensificar os ataques, incluindo contra infraestruturas civis.

08h14

Ásia fecha com maioria de ganhos em dia de negociação reduzida

Os principais índices asiáticos fecharam a sessão com uma maioria de ganhos, num dia de negociações reduzidas devido ao fecho das bolsas tanto pela China, como por Hong Kong e pela Austrália e Tailândia.

Pelo Japão, o Topix ganhou 0,22%. O Nikkei seguiu a mesma tendência e subiu 0,73%. Já por Taiwan, o TWSE recuou 1,82%, enquanto pela Coreia do Sul o Kospi pulou 1,37%.

Os investidores mantiveram-se atentos aos desenvolvimentos no Médio Oriente e depositaram as suas esperanças numa desaceleração do conflito, após uma notícia indicar que mediadores iranianos fizeram um pedido de última hora para um cessar-fogo de 45 dias. O índice regional MSCI Ásia-Pacífico subiu 0,5%, com as ações das cotadas coreanas de semicondutores como a Samsung (+3,79%) e SK Hynix (+0,80%) a liderarem as subidas.

As ameaças de Donald Trump ao Irão durante o fim de semana e relatos de que as negociações ainda estão em curso entre Washington e Teerão foram os principais pontos de foco dos mercados, assim como a flutuação dos preços do crude, que se encontram a valorizar esta manhã e acabaram por reduzir parte dos ganhos.

“Se o mercado considerar que o pior cenário possível no estreito de Ormuz ainda pode ser evitado, os mercados asiáticos podem recuperar mesmo com o petróleo em alta”, disse à Bloomberg Charu Chanana, do Saxo Markets.

Pela região, as bolsas também subiram em Singapura e no Vietname, enquanto as das Filipinas e da Indonésia recuaram.

Entre os movimentos do mercado, a T&D Holdings perderam quase 7% e chegaram a registar a maior queda intradiária desde abril de 2025, depois de a seguradora japonesa ter anunciado o seu novo plano de médio prazo. Já as ações da Pan Pacific International pularam mais de 3%, depois de a empresa ter anunciado que irá adquirir a cadeia de supermercados Olympic Group através de uma troca de ações.

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