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Ao minutoAtualizado há 7 min09h06

Petróleo volta a subir e passa os 105 dólares por barril. Dólar ganha força, ouro sai penalizado

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta sexta-feira.

09:04
há 12 min.09h01

Dólar soma ganhos e fixa-se perto de máximos de seis semanas

Dólar valoriza após nomeação de Warsh, mas semana aponta para perdas

O dólar está a registar valorizações nesta manhã, mantendo-se perto de máximos de seis semanas, depois de sinais contraditórios sobre um acordo de paz entre os EUA e o Irão terem gerado volatilidade nos mercados financeiros, embora os investidores se continuem a agarrar às esperanças de algum progresso.

Neste contexto, o índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – soma 0,04%, para os 99,293 pontos, mantendo-se abaixo do pico de 99,472 atingido na quarta-feira, o nível mais forte desde 7 de abril.

Washington e Teerão mantiveram posições opostas relativamente às reservas de urânio iranianas e ao controlo do estreito de Ormuz, embora o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tenha afirmado que se tinham verificado “alguns sinais positivos” nas negociações.

O dólar encontrou apoio adicional nos dados dos EUA, que mostraram que os pedidos iniciais de subsídio de desemprego caíram na semana passada, enquanto a atividade industrial subiu para o nível mais alto dos últimos quatro anos em maio, sublinhando a resiliência da maior economia do mundo. A força do dólar americano e os preços do petróleo persistentemente elevados têm sido um fardo para o iene. A “nota verde” ganha 0,09%, para os 159,130 ienes. A divisa nipónica continua instável, mesmo após a intervenção de Tóquio no mercado cambial, há apenas algumas semanas, para apoiar a divisa.

Nesta linha, o iene perdeu quase 75% dos ganhos obtidos com a suposta intervenção das autoridades nipónicas, o que está a deixar os “traders” em alerta para novas intervenções.

Por cá, o euro regista uma descida de 0,11%, para 1,161 dólares, enquanto a libra cai 0,07%, para 1,342 dólares.

há 12 min.09h01

Ouro recua com dólar mais forte em dia de tomada de posse de Warsh

Ouro em queda com investidores atentos ao discurso de Jerome Powell

O ouro está a negociar com desvalorizações nesta manhã e caminha para mais uma semana de perdas, com um dólar mais forte a pressionar a procura pelo metal amarelo, enquanto os “traders” se mostram mais pessimistas de que os EUA e o Irão cheguem a um acordo para pôr fim à guerra, depois de o líder supremo da República Islâmica ter ontem exigido que as reservas de urânio do país permaneçam no Irão.

A esta hora, o ouro cede 0,51%, para os 4.520, 030 dólares por onça, negociando com perdas de cerca de 0,30% no conjunto da semana. No que toca à prata, o metal precioso perde 1,06%, para os 75,860 dólares por onça e regista uma valorização semanal de cerca de 0,60%.

Os preços do petróleo seguem a somar ganhos, à medida que os investidores duvidam das perspetivas de um avanço nas negociações de paz entre os EUA e o Irão. Os preços elevados do crude alimentam os riscos de inflação, aumentando as hipóteses de as taxas de juro permanecerem em níveis mais elevados por mais tempo, fator que pesa sobre a procura pelo metal amarelo, que não rende juros.

Os mercados estão agora a prever um aumento das taxas de juro pela Reserva Federal antes do final do ano, com 60% de probabilidade de uma subida dos juros diretores até dezembro, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, , informou a Administração norte-americana.

há 37 min.08h36

Petróleo soma mais de 2% com incerteza sobre rumo das negociações entre EUA e Irão

Plataformas de petróleo sob céu de anoitecer

Os preços do petróleo estão a negociar com avanços de mais de 2% nesta manhã, ainda que caminhem para uma perda semanal, com os investidores a mostrarem nesta sexta-feira maiores dúvidas quanto a perspetivas de um avanço nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra.

Nesta medida, o Brent – de referência para a Europa –, avança 2,57% para os 105,22 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – ganha 2,02% para os 98,30 dólares por barril.

No conjunto da semana, o Brent regista agora uma queda de mais de 4% e o WTI de mais de 7%, com os preços a oscilarem acentuadamente à medida que as expectativas quanto a um acordo de paz se alteravam.

Uma fonte iraniana de alto nível disse à Reuters que as divergências com os EUA diminuíram e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, falou de “alguns sinais positivos” nas negociações, mas os países continuam divididos quanto às reservas de urânio de Teerão e aos controlos do estreito de Ormuz.

Seis semanas após a entrada em vigor de um frágil cessar-fogo, os esforços para pôr fim à guerra têm registado poucos progressos, enquanto os preços elevados do petróleo têm alimentado preocupações quanto à inflação e às perspetivas para a economia global. Cerca de 20% do abastecimento energético global transitava pelo estreito antes do estalar da guerra, que retirou do mercado 14 milhões de barris de petróleo por dia — ou 14% do abastecimento global —, incluindo as exportações da Arábia Saudita, do Iraque, dos Emirados Árabes Unidos e do Kuwait.

O fluxo total de petróleo através do estreito de Ormuz não regressará ao normal antes do primeiro ou segundo trimestre de 2027, mesmo que o conflito terminasse agora, afirmou o presidente da empresa petrolífera estatal dos Emirados Árabes Unidos, a ADNOC. Sete dos principais países produtores de petróleo da OPEP+ irão provavelmente concordar com um aumento modesto da produção em julho, quando se reunirem no início do próximo mês.

08h03

Ásia volta a fechar em alta com impulso da IA. Lenovo dispara 19%

Os principais índices asiáticos fecharam a sessão desta sexta-feira em alta e registaram avanços pelo segundo dia consecutivo, à medida que os investidores reforçaram apostas num leque mais alargado de cotadas ligadas à área da inteligência artificial. O índice regional MSCI Ásia-Pacífico subiu 1%, enquanto os futuros do norte-americano S&P 500 somam cerca de 0,30% e os do Euro Stoxx 50 avançam 0,90%, apontando para uma abertura em alta.

Por Taiwan, o TWSE ganhou 2,17%. Já pela China, o Hang Seng de Hong Kong somou 1,01%, enquanto o Shanghai Composite valorizou 0,86%. Na Coreia do Sul, o Kospi pulou 0,41%. Já quanto ao Japão, o Nikkei avançou 2,68% e o Topix subiu 1%.

O Brent recuperou após três dias de quedas e negoceia agora acima dos 105 dólares por barril, uma vez que as declarações do Irão sobre manter o urânio enriquecido no país e o estreito de Ormuz, que continua praticamente encerrado à navegação de navios comerciais, atenuaram o otimismo quanto ao progresso nas negociações de paz entre Teerão e Washington.

As ações do setor tecnológico têm ganhado terreno ao longo deste ano, à medida que os investidores lançam apostas sobre empresas consideradas fornecedoras essenciais para a expansão global da IA. Este impulso ajudou os mercados a ignorar o conflito no Médio Oriente, elevando as ações a máximos históricos. Os "traders" estão agora também à procura de um leque mais alargado de beneficiários da “AI trade”, enquanto a utilização generalizada da IA cria procura por hardware para além dos chips mais avançados que empresas como a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company fabricam para a Nvidia. Temas emergentes de uma escassez de memória cada vez mais intensa e dos avanços na robótica estão também a atrair os investidores.

Entre os movimentos do mercado, o SoftBank Group disparou quase 12% em Tóquio, na sequência das valorizações das ações cotadas nos EUA da sua unidade de fabrico de chips, a Arm Holdings. Já a Lenovo atingiu um máximo histórico em Hong Kong e fechou o dia a pular mais de 19%, após reportar um forte crescimento nos lucros relacionados com a IA.

“É um momento muito, muito emocionante”, disse à Bloomberg Jonathan Curtis, da Franklin Templeton. “Estamos muito otimistas em relação a este setor [da IA] em geral e não achamos que os mercados estejam a refletir o que irá acontecer no futuro”, disse, acrescentando que, quando as empresas começarem a aplicar a tecnologia de IA nos seus negócios, isso permitir-lhes-á alcançar melhores resultados.

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