Portugal vai ao mercado captar 16% da dívida de longo prazo prevista para 2026
O IGCP arranca 2026 depois de um ano em que colocou mais dívida sindicada pelo menos desde 2010. Com o mercado obrigacionista europeu a ferver, depois de um dia de emissões recorde, os analistas dizem que o apetite deverá manter-se no caso português.
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Desde 2020 que Portugal não pretendia ir ao mercado buscar tanta dívida de longo prazo. Para este ano, as emissões brutas de financiamento de obrigações do Tesouro (OT) apontam para um montante de 24 mil milhões de euros, combinando sindicatos e leilões. Mais de um quinto deste valor poderá ser angariado em breve.
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