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Ao minuto16.04.2026

Trump admite mais mortes de militares dos EUA. Operação é "complexa e avassaladora"

Acompanhe os desenvolvimentos do ataque dos EUA o Israel contra o Irão. O líder iraniano Ali Khamenei morreu. Rússia e China condenam ação. Iranianos retaliaram contra vários países do Médio Oriente.

01 de Março de 2026 às 22:04
01.03.2026

Trump admite que pode haver mais mortes de militares dos EUA. Operação é "complexa e avassaladora"

Donald Trump publicou um novo vídeo este domingo nas redes sociais, dizendo que a operação no Irão é “uma das mais complexas e mais avassaladoras ofensivas militares que o mundo já viu”, em que "foram atingidos centenas de alvos". 

“As operações de combate continuam neste momento em toda a força e vão continuar até que todos os nossos objetivos sejam alcançados”, disse o Presidente dos EUA, sem especificar quais são esses objetivos.    

Trump acrescentou que o regime iraniano, caso tivesse mísseis de longo alcance, seria uma “grave ameaça” para todos os norte-americanos e que os líderes iranianos “lançaram uma guerra contra a própria civilização”.   

Além da morte do supremo líder iraniano, ayatollah Ali Khamenei, Trump alega que todo o comando militar desapareceu e os que sobreviveram "estão a pedir imunidade".       

O Presidente norte-americano também reconheceu que “provavelmente haverá mais” vítimas mortais entre os militares dos EUA antes de terminar o conflito, mas que serão vingados pelas forças norte-americanas.  

Trump pediu ainda à Guarda Revolucionária do Irão para depor as armas e exortou o povo iraniano a "reclamar de volta o seu país". "Agora é convosco", voltou a sugerir Trump.     


01.03.2026

Berlim, Paris e Londres preparam “ações defensivas” contra ataques iranianos

Os líderes alemães, franceses e britânicos declararam-se prontos para “ações defensivas necessárias e proporcionadas” face às respostas iranianas, para “destruir na origem” as capacidades militares de Teerão.

“Tomaremos medidas para defender os nossos interesses e os dos nossos aliados na região”, potencialmente impedindo a República Islâmica de disparar mísseis e drones, alertou o grupo E3, que reúne França, Alemanha e Reino Unido, numa declaração conjunta.

Teerão respondeu à ofensiva americana e israelita iniciada no sábado com ataques em todas as direções contra vários países vizinhos, nomeadamente aqueles que albergam bases americanas, e Israel, onde nove pessoas foram mortas no domingo, segundo os serviços de emergência.

Os líderes europeus dizem estar “consternados” com estes ataques “cegos e desproporcionados” que afetam países do Médio Oriente não envolvidos na operação militar inicial.

Os ataques “visaram os nossos aliados próximos e ameaçam o nosso pessoal militar e civil em toda a região”, acrescenta o comunicado, garantindo que estas medidas defensivas serão discutidas com os Estados Unidos e os seus aliados na região.

O Reino Unido anunciou hoje que elaborou planos de evacuação em massa dos seus cidadãos que estão presos nos países do Golfo Pérsico devido à suspensão dos voos, segundo fontes oficiais britânicas.

A possível evacuação foi planeada para o caso de se prolongarem os cancelamentos dos voos com destino à região, que, por enquanto, estão em vigor até segunda-feira, inclusive.

As autoridades britânicas aconselham os nacionais na região que permaneçam onde estão e continuem atentos às orientações do Ministério dos Negócios Estrangeiros, além de registarem a sua presença online para aqueles que permanecem nos países mais afetados: Israel, Palestina, Emirados Árabes, Barém e Catar, estimando que o número total ultrapasse centenas de milhares.

01.03.2026

Intervenção militar no Irão pode demorar cerca de quatro semanas, diz Trump

O Presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu este domingo um horizonte temporal para a intervenção militar no Irão, ao dizer em entrevista telefónica ao Daily Mail que o conflito deverá decorrer nas próximas quatro semanas.     

“Sempre foi um processo de quatro semanas. Consideramos que poderão ser cerca de quatro semanas. Sempre foi um processo de quatro semanas, por isso – como é um país forte, um país grande, demorará quatro semanas, ou menos”, explicou ao jornal britânico.        

Trump disse também que não está surpreendido por qualquer dos desfechos dos ataques até agora.

01.03.2026

Teerão não estabelece “nenhum limite” ao seu direito de defesa, diz ministro dos Negócios Estrangeiros

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou este domingo que o Irão não impõe “nenhum limite” ao seu direito de defesa contra a campanha de ataques israelitas e norte-americanos, classificando a ação dos dois países como “um ato de agressão”.

“Defender-nos-emos, custe o que custar, e não imporemos limites à defesa e à proteção do nosso povo. Ninguém nos pode dizer que não temos o direito de nos defender”, declarou Abbas Araghchi, numa entrevista à estação televisiva norte-americana ABC.

O chefe da diplomacia iraniana sustentou que “o que os Estados Unidos estão a fazer é um ato de agressão” e contrapôs que a resposta de Teerão constitui legítima defesa. “O que estamos a fazer é defender-nos. O que é muito diferente”, concluiu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.

01.03.2026

Conselho da Europa apelou à união para travar conflito no Médio Oriente

O secretário-geral do Conselho da Europa, Alain Berset, apelou este domingo à união da Europa para travar o conflito no Médio Oriente e pediu respeito pelo direito internacional.

Em comunicado, Alain Berset sublinhou que o conflito que escalou no sábado é também “um teste para saber se a Europa pretende moldar a ordem que está a surgir ou se vai só observar a sua fragmentação”.

"A Europa, como um todo, deve agir no sentido de apaziguar o conflito no Golfo, protegendo ao mesmo tempo a segurança dos seus cidadãos na região.

Deve exigir o respeito pelo direito internacional, incluindo pela Carta das Nações Unidas", acrescentou o secretário-geral do Conselho da Europa, pedindo ainda o fim dos ataques de todas as partes.Alain Berset considerou ainda que o mundo já não tem uma ordem legal, mas “apenas força e padrões duplos”, apontando para o ataque ao Irão por parte dos Estados Unidos e de Israel e para as crises vividas na “Ucrânia, em Gaza, na Venezuela e, de outra forma, na Groenlândia”.

"Ninguém pode esconder-se atrás da pretensão de que essa ordem nunca foi violada, ou que os poderosos não impuseram a sua vontade quando lhes convinha", lê-se no comunicado.

Neste momento, apontou ainda Alain Berset, “o tempo é essencial”. “Se não organizarmos a segurança europeia coletiva dentro de uma estrutura legal permanente, esta permanecerá reativa a crises moldadas por outros”, acrescentou, dizendo ainda que “à medida que são lançados mísseis, o direito internacional é transformado em arma”.

01.03.2026

Trump disponível para conversações com Irão. Casa Branca diz que operação vai continuar

Um responsável de topo da Casa Branca disse este domingo que a “nova potencial liderança” do Irão sugeriu que está recetiva a conversações com os EUA, avança a AP.  

O responsável disse que Donald Trump estará “eventualmente” disponível para negociações, mas por agora a operação militar “continua em força”.    

O responsável não referiu quem será a “potencial nova liderança” ou como fizeram saber da sua disponibilidade para conversar.     

Antes, o Presidente dos EUA disse à revista The Atlantic este domingo que planeia falar com a nova liderança iraniana.

“Eles querem falar e eu concordei em falar, por isso vou falar com eles”, referiu, recusando comentar o momento em que isso acontecerá.      

01.03.2026

Trump: EUA destruíram nove navios iranianos e grande parte da sede da Armada

Donald Trump garantiu este domingo, na rede social Truth Social, que a Marinha dos EUA destruiu nove navios iranianos, “alguns dos quais bastante grandes e importantes”.

O Presidente dos EUA disse que as forças norte-americanas “vão atrás dos restantes – em breve estarão a flutuar no fundo do mar [SIC]”.

“Num diferente ataque, destruímos em grande parte a sua sede da Armada. Sem contar com isso, a Marinha deles está muito bem”, escreveu ironicamente.        

01.03.2026

EUA negam que mísseis iranianos atingiram porta-aviões Abraham Lincoln

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) negou este domingo que os mísseis lançados pelo Irão tenham atingido o porta-aviões Abraham Lincoln, classificando como “uma mentira” as alegações da Guarda Revolucionária iraniana de que quatro projéteis teriam atingido o navio.

“Os mísseis lançados nem sequer se aproximaram”, afirmou o Centcom numa publicação na rede social X, acrescentando que o Abraham Lincoln “continua a lançar aeronaves em apoio da campanha incansável” do comando militar norte-americano para defender os cidadãos dos EUA e “eliminar as ameaças do regime iraniano”.

A reação surge depois de a Guarda Revolucionária do Irão ter reivindicado um ataque contra o porta-aviões, no contexto da escalada militar em curso entre Teerão, Washington e Israel.

“O porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln foi atingido por quatro mísseis balísticos”, declarou a Guarda Revolucionária em comunicado divulgado pelos meios de comunicação estatais.

01.03.2026

Irão: Três militares norte-americanos foram mortos e cinco ficaram feridos

Três militares norte-americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos em operações contra o Irão, informou hoje o Exército dos Estados Unidos.

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) indicou, numa publicação na rede social Facebook, que vários outros militares “sofreram ferimentos ligeiros por estilhaços e concussões” e estão “em processo de regresso ao serviço”, acrescentando que a situação permanece “instável”.

As forças norte-americanas adiantaram ainda que as principais operações de combate vão continuar, não tendo sido divulgados mais pormenores sobre as circunstâncias das baixas.

Este foi o primeiro anúncio de mortes de militares norte-americanos na operação contra o Irão, numa escalada que inclui a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e ataques de retaliação de Teerão contra Estados do Golfo aliados de Washington e contra Israel.

01.03.2026

Netanyahu diz que ataques a alvos iranianos vão intensificar-se nos próximos dias

Netanyahu diz que ataques a Teerão vão intensificar-se
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Apesar da ofensiva realizada por Israel e EUA contra alvos iranianos desde sábado, que vitimaram o ayatollah Khamenei e vários dirigentes do Irão, Benjamin Netanyahu diz que os ataques não vão cessar por enquanto.

“As forças israelitas estão agora a atacar o coração de Teerão com cada vez mais força e isto apenas vai aumentar ainda mais nos próximos dias", disse o primeiro-ministro israelita. 

As declarações de Netanyahu foram feitas num vídeo gravado no terraço das Forças de Defesa Israelitas (IDF), em Tel Aviv. Pouco tempo antes, ouviram-se várias explosões na capital iraniana, tendo o exército israelita confirmado que estava a realizar ataques contra alvos no centro de Teerão.

01.03.2026

Paises do Golfo vão dar "resposta unificada" ao Irão

Os países do Golfo vão reunir-se por videoconferência este domingo, 1 de março, à noite, para discutir uma “resposta unificada” ao segundo dia de ataques de Teerão na região, em retaliação à ofensiva israelita e norte-americana.

“Será uma reunião ‘online’ dos ministros dos Negócios Estrangeiros do Conselho de Cooperação do Golfo devido ao encerramento dos aeroportos”, disse um diplomata de um dos países à agência francesa AFP.

O Conselho de Cooperação do Golfo reúne Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait, Omã, Qatar e Bahrein.

As discussões centrar-se-ão nos “ataques iranianos contra os Estados do Golfo e na coordenação com vista a uma resposta unificada”, precisou a mesma fonte, que pediu para não ser identificada devido à sensibilidade da questão.

A AFP acrescentou que a informação foi confirmada por outro diplomata da região.

O Irão tem atacado vários países da região, nomeadamente os que acolhem bases militares norte-americanas, desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, no sábado, uma ofensiva de grande envergadura contra Teerão.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.

O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, foi morto no início dos ataques, juntamente com dezenas de outros dirigentes políticos e militares da República Islâmica.

01.03.2026

Forte explosão no centro de Teerão após Israel anunciar ataques na capital

Forte explosão no centro de Teerão após Israel anunciar ataques na capital iraniana
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Uma explosão de grandes dimensões abalou este domingo a capital do Irão, no momento em que o exército israelita afirmou estar a atingir o “coração de Teerão”.

A deflagração lançou uma enorme coluna de fumo sobre os céus de Teerão e fez estremecer o solo, segundo a agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP).

Não foi imediatamente claro qual seria o alvo, mas a explosão pareceu centrada num bairro que acolhe o quartel-general da polícia e a televisão estatal iraniana.

O exército israelita confirmou que estava a realizar ataques contra alvos no centro de Teerão.

Nas últimas 24 horas, “a Força Aérea israelita realizou ataques de grande escala para estabelecer a superioridade aérea e abrir caminho para Teerão”, acrescentaram os militares, citados pela agência francesa AFP.

A primeira explosão foi seguida de outras e eram visíveis colunas de fumo na capital iraniana, segundo a agência de notícias espanhola EFE, cujos correspondentes disseram ter ouvido gritos na cidade.

“Há instantes, ouviu-se o som de várias explosões massivas de um míssil e um ataque aéreo no cruzamento de Seyyed Khandan e Qasr, em Teerão”, informou numa rede social a agência FARS, ligada à Guarda Revolucionária.

Na zona referida pela agência iraniana localizam-se sedes de instituições e ministérios.

O Crescente Vermelho iraniano anunciou que a sede em Teerão estava a ser bombardeada, noticiou a TV estatal iraniana Irib.

Israel e os Estados Unidos iniciaram há 24 horas uma vasta operação militar contra o Irão de que resultou já a morte de vários dirigentes políticos e militares da República Islâmica, incluindo o líder supremo, Ali Khamenei.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, deu indicações de que a operação visava o derrube do regime do Irão e incitou o povo iraniano a tomar o poder após a intervenção militar conjunta com Israel.

01.03.2026

Putin: assassínio de Khamenei foi uma "cínica violação" das normas

O Presidente russo, Vladimir Putin, condenou este domingo, 1 de março, a morte do líder supremo do Irão, Ali Khamenei, por forças israelitas e norte-americanas, considerando tratar-se de um assassínio cometido com uma “cínica violação” das normas internacionais.

“Aceite as minhas mais sentidas condolências pelo assassínio do líder supremo do Irão, Sayyid Ali Khamenei, e dos seus familiares”, afirmou Putin num telegrama enviado ao homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.

O assassínio de Ali Khamenei foi “cometido com uma cínica violação de todas as normas da moral humana e do direito internacional”, acrescentou Putin na mensagem, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Ali Khamenei, 86 anos, foi morto no sábado em Teerão no início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que continuaram hoje.

01.03.2026

China condema morte de Khamenei

A China condenou este domingo, 1 de março, firmemente a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, nos ataques dos Estados Unidos e Israel, e reafirmou o apelo à “interrupção imediata das ações militares”.

A morte de Ali Khamenei constitui “uma violação grave da soberania e da segurança do Irão”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A China disse tratar-se de “um atropelo dos objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas e das normas fundamentais das relações internacionais”.

Ali Khamenei, 86 anos, foi morto no sábado em Teerão no início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que continuaram hoje.

01.03.2026

UE diz que morte de Khamenei é "momento decisivo" na história do Irão

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, considerou hoje que a morte do líder supremo Ali Khamenei durante os ataques norte-americanos e israelitas no Irão constitui um “momento decisivo” na história do país.

“A morte de Ali Khamenei é um momento decisivo na história do Irão. O que se seguirá é incerto. Mas existe agora um caminho aberto para um Irão diferente, [em] que o seu povo poderá ter mais liberdade para moldar", escreveu Kallas na rede social X.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visou “eliminar ameaças iminentes” do Irão, enquanto o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, confirmou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.

Na madrugada de hoje, um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou, em lágrimas, a morte do aiatola Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.

O Irão, entretanto, decretou um período de luto de 40 dias, bem como sete dias feriados, pela morte de Khamenei.

01.03.2026

Irão dz que tem o "dever legítimo" de vingar morte de Khamenei

O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou este domingo, 1 de março, que vingar a morte do líder supremo, o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, era um “direito e um dever legítimo” para a República Islâmica.

Ali Khamenei, 86 anos, foi morto no sábado em Teerão no início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que continuaram hoje.

Pezeshkian considerou que a morte de Ali Khamenei constituía uma “declaração de guerra contra os muçulmanos e, em particular, contra os xiitas em todo o mundo”, referiu num comunicado divulgado pela televisão estatal.

Justificou tratar-se da “mais alta autoridade política da República Islâmica do Irão e de um eminente líder do xiismo no mundo”, acrescentou na mesma nota citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).

01.03.2026

Consulado dos EUA invadido. Há pelo menos oito mortos

Pelo menos oito pessoas morreram este domingo, 1 de março, em confrontos com a polícia em Carachi, depois de centenas de manifestantes terem invadido o consulado dos Estados Unidos nesta cidade portuária paquistanesa, segundo as autoridades.

A violência ocorreu quando centenas de pessoas da comunidade xiita tentaram romper o perímetro de segurança das instalações diplomáticas dos Estados Unidos em protesto contra os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão.

Além das vítimas mortais, muitas pessoas ficaram feridas nos confrontos.

Carachi é a capital da província de Sindh, no sul do Paquistão.

Paquistão, que alberga uma das mais importantes comunidades xiitas do mundo (cerca de 20% da sua população), vê com preocupação a escalada do conflito no Médio Oriente e o impacto que pode ter internamente, temendo que uma nova onda de violência civil abre mais uma frente de desestabilização interna.

Na semana passada, o Governo paquistanês declarou "guerra aberta" contra os talibãs do vizinho Afeganistão.

01.03.2026

Ataques no Médio Oriente deixam aviões em terra

O ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão interrompeu os voos em todo o Médio Oriente no sábado, e os principais aeroportos que ligam a Europa, África e o Ocidente à Ásia foram diretamente atingidos pelos ataques.

Centenas de milhares de viajantes ficaram retidos ou foram desviados para outros aeroportos depois de Israel, Catar, Síria, Irão, Iraque, Kuwait e Bahrein fecharam o seu espaço aéreo, segundo informações de várias fontes recolhidas pela agência AP.

Também não houve atividade de voos sobre os Emirados Árabes Unidos, informou o 'site' de rastreamento de voos FlightRadar24, após o governo local ter anunciado um "encerramento temporário e parcial" do espaço aéreo.

Isso levou ao encerramento de aeroportos centrais importantes no Dubai, Abu Dhabi e Doha, e ao cancelamento de mais de 1.800 voos pelas principais companhias aéreas do Médio Oriente.

As três principais companhias aéreas que operam nesses aeroportos --- Emirates, Qatar Airways e Etihad --- têm normalmente cerca de 90.000 passageiros por dia, e ainda mais viajantes com destino ao Médio Oriente, de acordo com a empresa de análise de aviação Cirium.

Dois aeroportos nos Emirados Árabes Unidos relataram incidentes, e o governo local condenou o que chamou de "ataque flagrante envolvendo mísseis balísticos iranianos" no sábado.

Funcionários do Aeroporto Internacional do Dubai --- o maior dos Emirados Árabes Unidos e um dos mais movimentados do mundo --- disseram que quatro pessoas ficaram feridas, enquanto o Aeroporto Internacional Zayed, em Abu Dhabi, informou que uma pessoa morreu e outras sete ficaram feridas.

Embora o Irão não tenha assumido publicamente a responsabilidade, o alcance dos ataques retaliatórios que os países do Golfo atribuíram ao Irão foi além das bases americanas, que Teerão tinha dito antes que iria atacar.

As companhias aéreas que atravessam o Médio Oriente terão de redirecionar os voos em torno do conflito, com muitos voos a rumarem para sul sobre a Arábia Saudita.

A contingência irá adicionar horas a esses voos e consumir combustível adicional, aumentando os custos que as companhias aéreas terão de absorver. Assim, os preços dos bilhetes poderão começar a aumentar rapidamente se o conflito se prolongar, alertam.

Por outro lado, os países que fecharam o espaço aéreo perderão as taxas de sobrevoo que as companhias aéreas pagam por atravessarem os respetivos espaços aéreos.

Não é ainda claro quanto tempo a interrupção das operações de voos poderá durar. Para efeito de comparação, o ataque de Israel e dos EUA ao Irão em junho de 2025 durou 12 dias.

A situação está a mudar rapidamente e as companhias aéreas pedem aos passageiros que verifiquem o estado dos seus voos 'online', antes de se dirigirem ao aeroporto.

Algumas companhias aéreas emitiram isenções aos viajantes afetados, permitindo-lhes remarcar os respetivos voos sem pagar taxas adicionais ou tarifas mais elevadas.

A Air India cancelou todos os voos para destinos no Médio Oriente. A Turkish Airlines informou que os voos para o Líbano, Síria, Iraque, Irão e Jordânia foram suspensos até segunda-feira, assim como os voos para o Catar, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Omã.

Companhias aéreas como a Lufthansa, Air France, Transavia e Pegasus cancelaram todos os voos para o Líbano, enquanto a American Airlines suspendeu os voos de Filadélfia para Doha.

A British Airways informou que os voos para Telavive e Bahrein serão suspensos até à próxima semana, e os voos para Amã, na Jordânia, foram cancelados no sábado.

Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região, assim como contra alvos israelitas.

01.03.2026

Irão confirma morte de Ali Khamenei

 Um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, às 05:00 locais (01:30 TMG), em lágrimas, a morte do aiatola Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.

A televisão iraniana não especificou em que circunstância Ali Khamenei faleceu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelitas e americanos de sábado contra a sua residência em Teerão. Fotos e imagens de arquivo são transmitidas com uma faixa preta no ecrã em sinal de luto.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha já anunciado a morte do líder supremo iraniano, dizendo que oferece à população iraniana a "maior chance" de "recuperar" o país.

A televisão estatal iraniana e a agência de notícias estatal IRNA não informaram a causa da morte do líder de 86 anos. A morte coloca em dúvida o futuro da República Islâmica e aumenta o risco de instabilidade regional.

"Khamenei, uma das pessoas mais maléficas da história, está morto", escreveu Trump numa publicação nas redes sociais, alertando para a continuação de "bombardeamentos pesados e precisos" ao longo da semana e mesmo além, no quadro de um ataque que os EUA justificam como necessário para incapacitar as capacidades nucleares do país.

O ataque deste sábado abriu um novo capítulo na intervenção dos Estados Unidos no Irão, e traz consigo o potencial para violência retaliatória e uma guerra mais ampla, representando uma demonstração surpreendente de um Presidente norte-americano que assumiu o cargo com uma plataforma a que chamou "America First" e prometeu manter-se fora de "guerras eternas".

Se confirmada, a morte de Khamenei no segundo ataque da Administração Trump ao Irão em oito meses cria um vácuo de liderança, dada a ausência de um sucessor do aiatola conhecido e porque o líder supremo de 86 anos teve a palavra final em todas as principais políticas durante décadas no poder.

Khamenei liderava o 'establishment' clerical do Irão e a sua Guarda Revolucionária paramilitar, os dois principais centros de poder na teocracia governante.

À medida que surgiram notícias sobre a morte do líder religioso, testemunhas oculares em Teerão disseram à Associated Press que alguns residentes estavam a comemorar, a apitar e a gritar.

O Irão, que respondeu aos ataques com o seu próprio contra-ataque, advertiu para a retaliação.

Ali Larijani, secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, disse no sábado que Israel e os Estados Unidos "se arrependerão das suas ações".

"Os bravos soldados e a grande nação do Irão darão uma lição inesquecível aos opressores internacionais infernais", publicou Larijani na rede social X.

A operação conjunta dos Estados Unidos e de Israel, que segundo autoridades foi planeada durante meses, ocorreu este sábado, durante o mês sagrado muçulmano do Ramadão e no início da semana de trabalho iraniana, e seguiu-se a negociações e advertências de Trump, que no ano passado alardeou o sucesso do seu governo na incapacitação do programa nuclear do país.

Cerca de 12 horas após o início dos ataques, as forças armadas dos EUA informaram que não houve vítimas norte-americanas e que os danos nas bases dos EUA foram mínimos, apesar das "centenas de ataques com mísseis e drones iranianos".

Segundo as forças norte-americanas, os alvos no Irão incluíram instalações de comando da Guarda Revolucionária, sistemas de defesa aérea, locais de lançamento de mísseis e drones e aeródromos militares.

Por seu lado, Israel afirmou ter matado o comandante da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa do país, bem como o secretário do Conselho de Segurança iraniano, um conselheiro próximo de Khamenei.

Khamenei "não conseguiu escapar aos nossos sistemas de inteligência e rastreamento altamente sofisticados e, trabalhando em estreita colaboração com Israel, não havia nada que ele, ou os outros líderes que foram mortos com ele, pudessem fazer", afirmou Trump. "Esta é a maior oportunidade para o povo iraniano recuperar o seu país", disse.

Um diplomata iraniano disse no Conselho de Segurança das Nações Unidas que centenas de civis foram mortos e feridos nos ataques. O Irão retaliou disparando mísseis e drones contra Israel e bases militares dos EUA na região, e os combates continuam durante a noite.

Alguns dos primeiros ataques ao Irão parecem ter atingido as proximidades dos escritórios de Khamenei, o segundo líder da República Islâmica que sucedeu ao aiatola Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Islâmica de 1979.

As autoridades israelitas confirmaram a morte de Khamenei, depois do anúncio de Trump.

Os democratas norte-americanos criticaram o facto de Trump ter tomado medidas sem autorização do Congresso, mas a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que a Administração informou antecipadamente vários líderes republicanos e democratas no Congresso.

28.02.2026

Trump anuncia que Khamenei "está morto". Teerão não confirma

Trump anuncia a morte de Khamenei, líder do Irão

O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou este sábado à noite que o líder supremo do Irão, Ali Khamenei, foi morto na ofensiva hoje lançada sobre o país pelos Estados Unidos e por Israel, mas Teerão ainda não confirmou.

Na sua rede social, Trump considerou que a morte de Khamenei "é a maior hipótese para o povo iraniano recuperar o seu país".

Na mesma publicação, Trump considerou Khamenei "uma das pessoas mais perversas da História".

A morte do líder supremo do Irão ocorreu durante um bombardeamento aéreo conjunto dos EUA e de Israel, que teve como alvo instalações militares e governamentais iranianas.

O presidente dos EUA, avançou que os "bombardeamentos pesados precisos" continuarão ininterruptamente durante uma semana ou mais.

Khamenei sucedeu ao ayatollah Ruhollah Khomeini, líder da Revolução Islâmica de 1979. Tinha a palavra final sobre todas as principais políticas, liderando o clero iraniano e a Guarda Revolucionária paramilitar -- os dois principais centros de poder na teocracia do país.

28.02.2026

Terceiro maior armador mundial instrui navios no Golfo Pérsico a procurar abrigo

O armador francês CMA CGM, a terceira maior empresa de navegação do mundo, instruiu este sábado todos os seus navios no Golfo Pérsico para "procurarem abrigo", enquanto a passagem através do canal do Suez "está suspensa".

"Todos os navios atualmente no Golfo Pérsico, ou a caminho do Golfo Pérsico, foram instruídos, com efeito imediato, para procurar abrigo", afirmou a empresa, em comunicado.

O trânsito pelo canal do Suez, que liga o mar Mediterrâneo ao mar Vermelho, "está suspenso até novas ordens, e os navios serão desviados em redor do Cabo da Boa Esperança", acrescentando vários milhares de quilómetros à viagem ao circundar África, segundo a mesma fonte.

"Os clientes serão contactados assim que estiverem disponíveis mais detalhes sobre possíveis portos alternativos para descarregar as suas mercadorias", afirmou a CMA CGM.

A alemã Hapag-Lloyd, a quinta maior empresa de transporte marítimo do mundo, anunciou hoje a suspensão do seu trânsito através do Estreito de Ormuz, um ponto de estrangulamento crucial para o comércio global de petróleo.

No sábado, a Força Naval da União Europeia anunciou que a Guarda Revolucionária do Irão estava a alertar os navios via rádio de que a passagem pelo Estreito de Ormuz "não estava autorizada".

Contudo, nenhuma decisão oficial nesse sentido foi tomada até ao momento. Desde hoje que os Estados Unidos e Israel têm vindo a realizar uma série de ataques contra o Irão, que respondeu com ataques de mísseis na região, que foi abalada por inúmeras explosões, aumentando os receios de um conflito mais amplo.

28.02.2026

Israel confirma que Ali Khamenei está morto

A agência Reuters, citando uma fonte israealita, está a avançar que Ali Khamenei morreu e que o corpo do líder supremo iraniano já foi encontrado. 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tinha já afirmado este sábado que as forças israelitas destruíram o complexo do líder supremo do Irão e que havia indícios de que ele provavelmente morreu.

Num discurso em hebraico, citado pelas agências de notícias, Netanyahu disse que o ataque atingiu o complexo usado por Khamenei e que há elementos que indicam que o líder supremo do Irão não sobreviveu.

O Irão não confirmou a morte de Khamenei.

28.02.2026

EUA recomendam que navios comerciais evitem o Golfo Pérsico

O Departamento de Transportes dos Estados Unidos recomendou este sábado que as embarcações comerciais se mantenham afastadas do Golfo Pérsico devido à "significativa atividade militar" na região.

Num comunicado, citado pela agência Lusa, a autoridade norte-americana de transportes aconselhou "todas as embarcações comerciais" que operam sob jurisdição dos Estados Unidos a manterem uma distância de 30 milhas náuticas das embarcações militares norte-americanas, "para reduzir o risco de serem percebidas como uma ameaça".

A recomendação estende-se não apenas ao Golfo Pérsico, mas também ao Estreito de Ormuz, ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

28.02.2026

Irão diz que ataques fizeram mais de 200 mortos

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão já provocaram pelo menos 201 mortos e 747 feridos no país, segundo avançou o Crescente Vermelho iraniano, citado pela AFP.

De acordo com a Reuters, o ministro da Defesa do Irão, Amir Nasirzadeh, e o comandante dos Guardas da Revolução, Mohammed Pakpour, terão sido mortos durante os ataques.

Por seu lado, o Pentágono afirmou que não foram registadas vítimas norte-americanas na retaliação do Irão aos ataques dos EUA e de Israel. 

28.02.2026

Passagem pelo estreito de Ormuz não está autorizada

A Guarda Revolucionária do Irão informou por rádio que “nenhum navio está autorizado a passar pelo estreito de Ormuz”, segundo um oficial da missão naval da União Europeia  Aspides.

O representante da missão europeia, que falou à agência Reuters sob condição de anonimato, disse que o Irão ainda não confirmou formalmente a ordem relativamente ao encerramento daquela que é uma das rotas mais importantes para a exportação de petróleo.

28.02.2026

Dezenas de iranianos celebram em Lisboa

Dezenas de iranianos reuniram-se este sábado em Lisboa munidos de bandeiras do Irão, dos Estados Unidos e de Israel, para celebrar a intervenção militar contra Teerão e pediram o fim do regime dos "ayatollah".

Com bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, em sinal de agradecimento, os manifestantes pediram também o regresso do filho mais velho do último xá do Irão, Reza Pahlavi, e alguns gritavam "Make Iran Great Again" (Façam o Irão grande de novo).

Em carros, as três dezenas de iranianos e apoiantes seguiram em direção da embaixada de Israel e dos Estados Unidos para entregar flores às representações diplomáticas dos países.

28.02.2026

Marcelo recusa comentar situação e remete posição para nota do Governo

O Presidente da República escusou-se a comentar os ataques desencadeados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão, remetendo para a posição do Governo português.

Questionado sobre o uso das Bases das Lajes, na Ilha Terceira, Açores, neste conflito no Médio Oriente, e que implicações é que isso pode acarretar para Portugal, o ainda chefe de Estado adiantou que a nota que o Governo irá divulgar também aborda essa questão.

"Vejam a nota, porque essa nota toca os vários pontos da situação, neste momento", respondeu o Presidente da República, pelas 16:30, assumindo que "é evidente" que está enquadrado com a posição do Governo.

28.02.2026

Governo condena ataques do Irão a países da região

O Governo português afirmou este sábado em comunicado que “acompanha com grande preocupação, desde o primeiro momento, a evolução da situação no Médio Oriente, em coordenação estreita com os nossos parceiros europeus, parceiros da região e aliados da NATO”.

“O Governo português condena os injustificáveis ataques do Irão aos países vizinhos da região - entre eles,  a Arábia Saudita, o Catar, os Emiratos Árabes Unidos, o Kuwait e a Jordânia -, que devem cessar imediatamente”, diz na nota divulgada.

O Executivo de Luís Montenegro acrescenta que, “sob a coordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a nossa rede diplomática, em particular através das embaixadas na região, está plenamente mobilizada para a proteção dos nossos cidadãos, a quem apelamos que mantenham a máxima cautela”.  “A proteção dos civis é essencial e deve ser plenamente assegurada”, salienta.

“Portugal apela a todos à máxima contenção para evitar uma escalada, preservar a paz e a segurança internacionais e garantir a estabilidade regional, em linha com a Carta das Nações Unidas”, diz ainda na mesma nota, acrescentando que “para tal será necessário que o programa nuclear do Irão, que é há muito uma preocupação da comunidade internacional, cesse.

“Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão  respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível”, é dito ainda.

28.02.2026

Irão diz que Khamenei e restantes líderes estão vivos

O Irão disse este sábado que todos os líderes estavam vivos, incluindo o  “ayatollah” Ali Khamenei, após informações de que teriam sido alvo dos ataques lançados pelos Estados Unidos e Israel.

“Todos os altos responsáveis estão vivos. Portanto, todos estão agora nos seus postos e estamos a gerir a situação", acrescentou, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

28.02.2026

Alemanha, França e Reino Unido condenam ataques

O presidente francês, Emmanuel Macron, e os chefes dos governos alemão, Friedrich Merz, e britânico, Keir Starmer, afirmaram este sábado, num comunicado conjunto, que os respetivos países não participaram nos ataques das forças norte-americanas e israelitas.

“Condenamos com a maior firmeza os ataques iranianos contra os países da região”, disseram Macron, Merz e Starmer após terem mantido conversações, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Os três líderes disseram que estavam em contacto estreito com os parceiros, incluindo os Estados Unidos e Israel.

28.02.2026

Cinco aviões reabastecedores dos EUA levantaram voo hoje da Base das Lajes

Cinco aviões reabastecedores KC-46 Pegasus da Força Aérea norte-americana levantaram voo este sábado da Base das Lajes, na ilha Terceira, segundo constatou a Lusa no local.

Há mais de uma semana que estavam estacionados na Base das Lajes 15 aviões reabastecedores KC-46 Pegasus da Força Aérea norte-americana, que têm capacidade de reabastecer outras aeronaves em pleno voo.

Minutos depois da partida dos reabastecedores levantou voo também um P-8 Poseidon, aeronave militar desenvolvida para a Marinha dos Estados Unidos, projetada para a guerra antissubmarino, que tinha chegado às Lajes na sexta-feira à noite.

Logo de seguida descolou um avião C-130, habitualmente utilizado para transporte de tropas e cargas.

Ao contrário do habitual, esta aeronave pode ser seguida nas aplicações de radares, mas não está indicado o seu destino.

28.02.2026

NATO está a avaliar risco para membros da Aliança

A NATO está a acompanhar de perto os desenvolvimentos no Irão e na região, na sequência do ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel e das retaliações iranianas.

Segundo avançou a porta-voz Allison Hart, citado pela agência Lusa, a Aliança está a avaliar o desenrolar da situação para antecipar os possíveis impactos para a segurança na região e, eventualmente, para os países-membros da organização.

Segundo a porta-voz, o objetivo é avaliar eventuais “consequências para a estabilidade regional e para missões de paz e defesa coletiva”.

28.02.2026

20 das 31 províncias iranianas afetadas pelo ataque

O ataque dos EUA e Israel ao Irão visou 20 das 31 províncias do país, adiantou o porta-voz dos serviços do Crescente Vermelho do Irão, Mojtaba Khaledi, num vídeo divulgado pelo canal noticioso semioficial Mehr, citado pelo New York Times.

Segundo a agência Reuters, que cita duas fontes próximas das operações militares de Israel e uma fonte regional, o ministro da Defesa do Irão, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda da Revolução, Mohammed Pakpour, terão sido mortos em ataques israelitas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, já confirmou que terá havido baixas entre figuras de topo do regime, mas disse que Khamenei está vivo.

28.02.2026

ONU condena ataques ao Irão e lembra ser preciso proteger os civis

O alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos condenou este sábado os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e respetiva retaliação, lembrando que, como em qualquer conflito armado, serão os civis que pagarão o preço mais elevado.

"As bombas e os mísseis não são a forma de resolver as diferenças, apenas causam morte, destruição e sofrimento humano", alertou Volker Türk numa mensagem publicada nas redes sociais, citada pela agência Lusa.

O responsável das Nações Unidas pelos Direitos Humanos pediu moderação para evitar mais danos à população e implorou a todas as partes para que "ajam com bom senso, reduzam a tensão e regressem à mesa das negociações, onde, poucas horas antes, procuravam ativamente uma solução" para a questão do programa nuclear iraniano.

28.02.2026

Técnico português do Al Ittihad diz que ataques têm gerado ansiedade em Abu Dhabi

O técnico português João Mota, do Al Ittihad Sports Club dos Emirados Árabes Unidos (EAU), admitiu este sábado à agência Lusa que está a acompanhar os ataques iranianos "com alguma ansiedade", mas que vai tentar "levar as coisas com normalidade".

O treinador do clube de futebol dos Emirados Árabes Unidos afirmou à Lusa que o Ministério de Segurança do país pediu às pessoas para se manterem calmas e para evitarem sair à rua, embora tenha sido registado um morto devido aos "vestígios do resto do míssil" que "caiu numa zona residencial", adiantou.

Os EAU declararam este sábado ter intercetado mísseis iranianos e a estação Al Jazeerah noticiou que pelo menos uma pessoa morreu na capital do país, onde se encontra João Mota.

28.02.2026

EUA preparados para “vários dias” de ataque ao Irão

Os Estados Unidos estão preparados para estender os ataques ao Irão por “vários dias”. De acordo com a CNN, que cita duas fontes do governo norte-americano, também Israel partilha do mesmo entendimento e está disposto a continuar com a operação nos próximos dias.

Segundo o presidente norte-americano, o objetivo é acabar com qualquer possibilidade do regime iraniano ter armas nucleares.

Num vídeo publicado nas redes sociais, Donald Trump disse que serão feitos vários bombardeamentos no país e que gostaria de ver a população iraniana a derrubar o atual regime.

28.02.2026

MNE recomenda a portugueses no Médio Oriente que fiquem em casa

O Ministério dos Negócios Estrangeiros recomendou aos portugueses que estão no Médio Oriente que cumpram as recomendações das autoridades locais, permaneçam em casa, e, em caso de emergência, contactem as embaixadas ou consulados.

As recomendações foram feitas na sequência dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão e da consequente reação de Teerão, que respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região em países vizinhos, como Bahrein, Arábia Saudita e Catar.

Contactado pela agência Lusa, um porta-voz do ministério assegurou que o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, e o Gabinete de Emergência Consular estão, desde o início do dia, a contactar todos os embaixadores dos países da região.

28.02.2026

Trump diz que só quer “liberdade” para povo iraniano

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ao The Washington Post. no início da manhã deste sábado, que a sua principal preocupação é a “liberdade” para o povo iraniano.

“Tudo o que quero é liberdade para o povo”, disse Trump numa breve entrevista por telefone ao jornal pouco depois das 4 da manhã (hora local), quando questionado sobre o que espera que seja o seu legado como resultado da ação militar e da pressão para uma mudança de regime no Irão.

“Quero uma nação segura, e é isso que vamos ter”, disse o presidente dos EUA, nas suas primeiras declarações desde que anunciou “operações de combate importantes” numa mensagem de vídeo esta madrugada.

As declarações de Trump foram feitas de Mar-a-Lago, a sua casa em Palm Beach, Flórida, onde chegou na sexta-feira à noite, poucas horas antes do início dos ataques militares.

28.02.2026

Macron pede reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU

O presidente francês, Emmanuel Macron, convocou uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas após os ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irão.

Nas redes sociais, disse que a atual escalada “acarreta graves consequências para a paz e a segurança internacional”.

Macron acrescentou que a França está preparada para agir em defesa de aliados, caso seja necessário. “A França também está pronta para mobilizar os recursos necessários para proteger seus parceiros mais próximos, caso estes o solicitem”, disse.

28.02.2026

Filho do xá descreve ataques ao Irão como intervenção humanitária

O filho mais velho do último xá do Irão, Reza Pahlavi, classificou este sábado como “intervenção humanitária” a ofensiva norte-americana e israelita contra o Irão e apelou aos iranianos para que derrubem o regime iraniano.

"A ajuda que o presidente dos Estados Unidos tinha prometido ao corajoso povo do Irão já chegou", disse Pahlavi numa mensagem divulgada nas redes sociais.

"Trata-se de uma intervenção humanitária, e o objetivo é a República Islâmica, o seu aparelho de repressão e a sua maquinaria de morte, não o país e a grande nação do Irão", afirmou.

28.02.2026

António Costa e Von der Leyen pedem contenção

António Costa, presidente do Conselho Europeu, e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, pediram este sábado “contenção” e afirmaram que a segurança nuclear é “ de importância crítica”.

"Os desenvolvimentos no Irão são motivo de grande preocupação. Mantemo-nos em estreito contacto com os nossos parceiros na região. Reiteramos o nosso firme compromisso com a salvaguarda da segurança e da estabilidade regionais", defenderam Ursula von der Leyen e António Costa, num comunicado conjunto sobre os acontecimentos no Irão.

"Garantir a segurança nuclear e evitar quaisquer ações que possam agravar ainda mais as tensões ou comprometer o regime global de não-proliferação é de importância crítica", afirmaram.

28.02.2026

EUA e Israel atacam o Irão: imagens mostram uma coluna de fumo

EUA e Israel atacam o Irão: imagens mostram uma coluna de fumo
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28.02.2026

Médio Oriente fecha espaços aéreos

Vários países do Médio Oriente fecharam este sábado os seus espaços aéreos enquanto todas as companhias aéreas globais suspenderam os voos de e para a região, na sequência dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão.

O serviço de rastreamento de voos em tempo real Flight Radar mostra o espaço aéreo sobre o Irão vazio, tendo a organização de aviação civil iraniana anunciado o encerramento total do espaço aéreo do país.

Segundo um porta-voz do Governo iraniano, o encerramento será mantido durante pelo menos seis horas.

A resposta do Irão ao ataques -- lançando mísseis para bases militares norte-americanas no Bahrein e no Qatar, para já -- levaram outros países da região a também fechar os seus espaços aéreos, estado agora encerrados os dos Emirados Árabes Unidos (incluindo os aeroportos do Dubai e de Abu Dhabi, que estão entre os mais movimentados do mundo), Bahrein, Iraque e Qatar. Também o espaço aéreo de Israel foi encerrado.

28.02.2026

Rússia condena ataques ao Irão

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou este sábado os ataques dos EUA e de Israel ao Irão como “ato de agressão armada pré-planeado e não provocado contra um Estado-membro soberano e independente da ONU”, Exigiu ainda a suspensão imediata da campanha militar e o retorno à diplomacia.

Numa declaração publicada no Telegram, o ministério acusou Washington e Telavive de se “esconderem atrás” das preocupações com o programa nuclear do Irão enquanto procuram uma mudança de regime. E advertiu que os ataques correm o risco de desencadear uma “catástrofe humanitária, económica e possivelmente radiológica” na região, acusando os EUA e Israel de “mergulharem o Médio Oriente num abismo de escalada descontrolada”.

Moscovo considerou “inaceitável” o bombardeamento de instalações nucleares sob a salvaguarda da Agência Internacional de Energia Atómica e afirmou estar pronto para ajudar a negociar uma resolução pacífica, atribuindo toda a responsabilidade pela escalada aos Estados Unidos e a Israel.

28.02.2026

Trump anuncia "grande operação de combate" contra o Irão

Donald Trump

Presidente dos Estados Unidos anunciou este sábado que o seu país iniciou "grandes operações de combate no Irão" e que o objetivo é "eliminar ameaças iminentes".

"A hora da vossa liberdade está ao alcance das mãos", disse Donald Trump através da rede social Truth Social, confirmando o envolvimento dos EUA no ataque ao Irão. Segundo Trump, o objetivo é "eliminar ameaças iminentes" do regime iraniano.

Leia a notícia completa .

28.02.2026

EUA designa ataques contra Irão de "Operação Fúria Épica"

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos da América denominou os ataques contra o Irão, iniciados este sábado, de "Operação Fúria Épica", segundo informou na sua conta oficial na rede social X.

Numa mensagem em vídeo em que confirmou os ataques, o presidente dos EUA disse que o objetivo é acabar com o regime e "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano" contra os Estados Unidos e os seus aliados.

Na mensagem de oito minutos em vídeo na rede social Truth Social, Trump pediu ao povo iraniano que esteja pronto para assumir o Governo assim que a operação militar termine e sugeriu aos membros das forças de segurança iranianas que deponham as armas em troca de "imunidade total".

Trump reconheceu que os Estados Unidos poderão ter de aceitar vítimas nesta operação.

28.02.2026

Irão ataca base norte-americana no Bahrein

O Bahrein anunciou hoje que uma base norte-americana no país foi atingida num “ataque com mísseis”, tendo-se também ouvido explosões na capital, na sequência dos ataques aéreos israelitas e dos EUA contra o Irão.

Segundo meios de comunicação iranianos, citados pela CNN. quatro bases norte-americanas no Médio Oriente foram alvo da Guarda Revolucionária Islâmica em resposta aos ataques.

A base aérea de Al Udeid, no Catar, a base aérea de Al Salem, no Kuwait, a base aérea de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos, e a base da Quinta Frota dos EUA, no Bahrein, foram alvos de ataques com mísseis iranianos, segundo a agência de notícias Fars, citando a Guarda Revolucionária Islâmica.

28.02.2026

Kaja Kallas classifica conflito como "perigoso"

A principal diplomata da União Europeia classificou o conflito no Médio Oriente como "perigoso" e afirmou que está a trabalhar com Israel e autoridades árabes para alcançar uma paz negociada.

"O regime iraniano matou milhares de pessoas. Os seus programas de mísseis balísticos e nucleares, juntamente com o apoio a grupos terroristas, representam uma séria ameaça à segurança global», afirmou Kaja Kallas, chefe da política externa do bloco de 27 nações, numa publicação nas redes sociais.

Kallas disse que a UE estava a evacuar alguns funcionários na região e a manter uma missão marítima no Mar Vermelho.

A UE impôs recentemente novas sanções ao Irão e a figuras importantes, o que levou Teerão a retaliar com sanções.


28.02.2026

Israel emite aviso para evacuação de áreas próximas de instalações militares

As forças armadas israelitas emitiram um aviso em persa para a evacuação imediata das áreas próximas às instalações militares e de produção de armas no Irão.

"A vossa presença nesses locais coloca as vossas vidas em risco", afirmaram as forças armadas de Israel na sua conta em persa no X.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão respondeu aos ataques conjuntos no sábado, afirmando que o país "não hesitará" na sua resposta à agressão militar". "Chegou a hora de defender a pátria e enfrentar o ataque militar do inimigo", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa declaração publicada no X.

28.02.2026

Lufthansa, KLM e Air France suspendem voos

As companhias aéreas já começaram a desviar as rotas. A CNBC diz que a Lufthansa suspendeu os voos de e para Telavive, Beirute e Omã até 7 de março, e que a KML cancelou as ligações para Telavive a partir de Amesterdão.

Também a Air France anunciou que cancelou os voos com destino a Telavive e a Beirute, na sequência do lançamento de ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão."Devido à situação de segurança no destino, a companhia decidiu cancelar os voos previstos para 28 de fevereiro de/para Telavive e de/para Beirute", declarou a companhia à agência francesa AFP.

28.02.2026

Sirenes de alerta antiaéreo ouvidas em várias regiões de Israel

As sirenes de alerta antiaéreo soaram este sábado em várias regiões de Israel, anunciou o exército após declarar que havia detetado mísseis lançados do Irão em direção a território israelita.

“Há pouco, as sirenes soaram em várias regiões do país após a identificação de mísseis lançados do Irão em direção a Israel”, declarou o exército num comunicado.

As autoridades israelitas apelaram à população, através de mensagens enviadas para telemóveis, para que se preparassem para se refugiar.

Este alerta surgiu depois de a comunicação social iraniana relatar a ocorrência de ataques em todo o Irão e a televisão estatal iraniana confirmou o que descreveu como um "ataque aéreo do regime sionista", após uma série de explosões ouvidas em Teerão.

De acordo com a agência de notícias Fars, "foram registados sete impactos de mísseis nos bairros de Keshvardoust e Pasteur" na capital iraniana, zona onde se situa a residência do líder supremo, Ali Khamenei.

28.02.2026

Presidente iraniano está em "perfeitas condições de saúde"

O Presidente do Irão, Masud Pezeshkian, "encontra-se em perfeitas condições de saúde", informou este sábado a comunicação social iraniana, quando o país se encontra sob um ataque em larga escala por parte dos Estados Unidos e de Israel.

"Pezeshkian encontra-se em perfeitas condições de saúde", informaram várias agências iranianas, entre as quais a Mehr e a Tasnim.

"Cabe salientar que, há algumas horas, zonas de Teerão foram alvo de um ataque aéreo americano-sionista", acrescentaram.

Israel e os Estados Unidos lançaram hoje ataques contra a República Islâmica, que ocorrem quando Washington e Teerão estavam a negociar os programas nuclear e militar iranianos, cuja última ronda de negociações ocorreu na última quinta-feira e seguinte estava prevista para esta segunda-feira.


28.02.2026

Mísseis atingem zona próxima do líder supremo do Irão. Imprensa dá conta de ataques em todo o país

Ataque dos EUA e Israel ao Irão

Israel lançou este sábado um ataque diurno contra a capital do Irão, onde nuvens de fumo subiram no norte e centro da cidade, numa zona aparentemente próxima dos escritórios do líder supremo, aiatola Ali Khamenei.

Não é claro se Khamenei, de 86 anos, estava nos escritórios no momento do ataque, sendo que não é visto em público há dias, desde que as tensões com os Estados Unidos começaram a aumentar.

Mas o ataque ocorre no momento em que os Estados Unidos reuniram uma vasta frota de caças e navios de guerra na região para tentar pressionar o Irão a chegar a um acordo sobre o seu programa nuclear.

O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, descreveu o ataque como tendo sido feito "para eliminar ameaças", sem acrescentar detalhes.

Em Teerão, testemunhas, entre as quais jornalistas da agência France Presse, ouviram as explosões, que a televisão estatal iraniana noticiou posteriormente, sem indicar a causa.

Ao mesmo tempo, as sirenes de emergência soaram em todo o território de Israel. As forças armadas israelitas afirmaram ter emitido um "alerta proativo para preparar a população para a possibilidade de lançamento de mísseis contra o Estado de Israel".

Entretanto, novas explosões atingiram Teerão depois de Israel ter anunciado que estava a atacar o país, segundo a agência Associated Press. As autoridades iranianas não divulgaram informações sobre eventuais vítimas dos ataques.

O Irão fechou de imediato o seu espaço aéreo, depois de Israel ter lançado o ataque. O aviso aos pilotos foi emitido quando as primeiras explosões ecoaram por Teerão.

As forças armadas dos EUA recusaram-se a comentar o ataque, avança ainda a AP.

Já a comunicação social iraniana está a relatar a ocorrência de ataques em todo o Irão e a televisão estatal iraniana confirmou o que descreveu como um "ataque aéreo do regime sionista", após uma série de explosões ouvidas em Teerão.

De acordo com a agência de notícias Fars, "foram registados sete impactos de mísseis nos bairros de Keshvardoust e Pasteur" na capital iraniana, zona onde se situa a residência do líder supremo, Ali Khamenei.

28.02.2026

Governo português está a acompanhar situação no Irão "ao minuto"

EUA e Israel atacaram o Irão neste sábado

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português disse este sábado estar a acompanhar ao minuto os desenvolvimentos da situação no Irãodepois dos Estados Unidos terem iniciado ataques aéreos numa operação conjunta com Israel.

"O MNE acompanha ao minuto todos os desenvolvimentos da situação no Irão e em Israel, em contacto permanente com a nossa rede diplomática. A nossa prioridade é a segurança dos cidadãos portugueses", indica o ministério numa publicação na rede social X.

Leia a notícia completa .

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