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“Os nossos carros são de facto máquinas especiais”

Rent-a-car Watts on Wheels aluga veículos Tesla. É uma empresa exclusiva de automóveis elétricos.

27 de Fevereiro de 2020 às 12:09
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"A Watts on Wheels é a primeira rent-a-car 100% elétrica, 100% portuguesa. E surgiu no final de 2018 da forma mais ‘século XXI’ possível: num grupo de Facebook." É desta forma, em tom de brincadeira, que João Marcos Marchante, partner e manager na Watts on Wheels, apresenta a empresa, nascida da vontade de várias pessoas criarem uma rent-a-car 100% elétrica, então apenas com viaturas Tesla. Mas não só. A Watts on Wheels foi também criada com um propósito nobre: "fazer a nossa parte para acelerar a transição da mobilidade tradicional para uma mobilidade mais sustentável, a mobilidade elétrica".

 

Por que motivo, porém, a empresa só tem veículos Tesla para alugar? "Primeiramente apercebemo-nos de que não havia nada semelhante no mercado: uma rent-a-car de carros elétricos com performance de topo. Os nossos carros são de facto máquinas especiais para quem quiser experimentar uma experiência de condução diferente", assegura João Marcos Marchante, prosseguindo: "Além de responder a essa necessidade de mercado pareceu-nos também que estas viaturas fornecem uma experiência de aluguer confortável, especialmente para quem não tem a experiência de gestão de autonomia e de carregamentos."

 

João Marcos Marchante recorda que os Tesla são os modelos com as "maiores autonomias do mercado", permitindo fazer viagens com menos paragens. Os carros da Watts on Wheels fazem uso da rede exclusiva de supercarregadores da Tesla, que aparecem no sistema dos carros, permitindo "escolher o destino e fazendo as paragens onde e por quanto tempo o carro indicar". "Também os Destination Chargers - carregadores montados pela Tesla em hotéis, restaurantes - aparecem no sistema e permitem carregar o carro enquanto se faz uma dormida ou uma refeição. Tudo isto torna a experiência muito confortável e ajuda-nos a prestar um bom serviço enquanto rent-a-car."

 

Apesar de os Tesla serem a imagem de marca da empresa – e de o balanço feito de mais de um ano de operação ser positivo –, esta vai alargar a frota a modelos elétricos de outros fabricantes. "Já estamos a tratar desse processo. Já existem ofertas muito interessantes que nos permitem continuar com os três pilares em que temos baseado o nosso serviço: performance, conforto e sustentabilidade", refere.

 

Quanto ao custo de alugar um Tesla Model X, um Model 3 ou um Model S, o partner e manager na Watts on Wheels explica que vão fazendo "campanhas ao longo do ano" e já estabeleceram "parcerias com várias entidades cujos associados podem usufruir de vantagens e descontos". "A sazonalidade também desempenha um papel no nosso preçário, pelo que se alguém ler esta entrevista uns meses depois já não vai ter a informação mais verdadeira". Nesse sentido, o ideal é ir a www.wattsonwheels.pt ou enviar um e-mail com um pedido mais específico para info@wattsonwheels.pt. Refira-se que a empresa está igualmente no Facebook.

 

Note-se que não existe um período mínimo para alugar um Tesla, mas "o valor diário desce à medida que o aluguer se estende no tempo", salienta João Marcos Marchante. Os levantamentos e as devoluções de viaturas ocorrem em duas unidades hoteleiras em Lisboa e no Porto, mas podem ser feitos levantamentos e recolhas em qualquer ponto do país mediante uma taxa adicional.

 

Sobre o cliente-tipo varia. Há aniversariantes, turistas, pessoas que querem adquirir um Tesla e aproveitam para fazer um "test drive", empresas que procuram a frota para eventos e as seguradoras que procuram a Watts on Wheels para carros de substituição equivalentes aos dos seus clientes.

Rede Supercharger da Tesla blinda a operação

Questionado se existem estações de carregamento públicas em número suficiente em Portugal para fazer frente ao aumento de veículos ecológicos que circulam nas nossas estradas, o partner e manager na Watts on Wheels responde que não. "Mas a rede Supercharger da Tesla blinda a nossa operação e serviço desse problema - e daí a escolha de Teslas para a nossa frota inicial, como referido. Mas à medida que se vendem mais veículos os postos também aumentam, o mercado vai ser o primeiro a querer equilibrar-se e a fazer dinheiro. Não é realista pensar que a frota aumenta e que a malha de carregadores não se adensa. Costumamos dizer que só vai ficar melhor e por isso é que vamos ter brevemente modelos elétricos de outras marcas".

João Marcos Marchante acrescenta que "cada tomada é um posto". "Desde que haja uma tomada no ponto de chegada - as normais de casa, que todos usamos - o carro pode ficar a carregar um serão e a noite toda. Também nós comemos, descansamos e repomos energias - temos que por o carro a fazer o mesmo, à semelhança do que fazemos com os telefones. É fácil."

No que toca à
s medidas e aos incentivos dos Governos nos últimos anos para promover esta mobilidade são "bem-vindos", porém, não são estes que levam uma pessoa a comprar um elétrico. "São um bónus para quem compra mas não factor de decisão. Ainda são carros relativamente caros em relação aos seus equivalentes a combustão e não é o incentivo que faz diferença".

 

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