Seguros 2018 Na MGEN todos podem ter acesso ao mesmo tipo de protecção

Na MGEN todos podem ter acesso ao mesmo tipo de protecção

Seguradora mutualista diferencia-se pelos seus princípios não-discriminatórios. Seguros vão além das coberturas tradicionais.
Na MGEN todos podem ter acesso ao mesmo tipo de protecção

A MGEN é uma seguradora mutualista de seguros de saúde. Ou seja, explica Ricardo Raminhos, administrador executivo da MGEN Portugal, protege os seus aderentes, tal como as seguradoras tradicionais, mas sem os discriminar e sem ter fins lucrativos. Todos podem ter acesso ao mesmo tipo de protecção, aos mesmos preços em função do respectivo escalão etário, independentemente da situação física, idade, situação económica ou social. É uma organização democrática que não remunera capitais e os excedentes são redistribuídos pelos seus membros e isso "faz toda a diferença!" Os aderentes são representados através de uma assembleia, na qual são aprovadas as condições gerais e especiais dos seus contratos de seguro. "Os nossos aderentes têm, de facto, o controlo efectivo sobre as condições aplicáveis aos seus contratos, é um modelo completamente diferente, é o modelo do futuro!"

 

Ricardo Raminhos conta que a MGEN, através do seu grupo mutualista VYV, é hoje a maior seguradora europeia na saúde, protegendo, só em França, mais de 10 milhões de pessoas e com um volume anual de prestações de saúde de 12 mil milhões de euros. Em Portugal, a MGEN iniciou recentemente a sua actividade, em 2010, e regista um volume total de prémios anuais de cerca de 13 milhões de euros", afirma.

 

O que diferencia a MGEN são "os seus princípios não-discriminatórios, que por regulação do código das mutualidades francesas se traduzem, na prática, em seguros de saúde sem limites de idade na adesão, sem limite de idade de permanência, sem resolução unilateral do contrato por parte da MGEN, sem exclusão de doenças graves mesmo as oncológicas, sem exclusão de situações clínicas preexistentes e sem questionários médicos". Aliás, prossegue Ricardo Raminhos: "Costumo dizer com frequência que no momento da celebração do contrato de seguro de saúde, a MGEN não pode sequer perguntar se a pessoa tem uma dor de cabeça! E isso é radicalmente diferente daquilo a que estavámos habituados a ver nas seguradoras tradicionais em Portugal."

 

O administrador executivo da MGEN Portugal faz um balanço "muito positivo" da operação em Portugal e salienta que nos últimos três anos a seguradora registou um crescimento anual sempre superior a 25% e consolidou resultados técnicos equilibrados em 2017.

 

Os portugueses estão a procurar cada vez mais os seguros de saúde. Devido à actual situação do Serviço Nacional de Saúde e porque têm uma maior preocupação em se protegerem, diz o responsável da empresa. Por isso, verifica-se uma crescente procura deste tipo de seguros. "Neste contexto, as soluções de matriz mutualista da MGEN têm sido muito procuradas, especificamente pelas famílias", informa.

 

Vantagens dos seguros

 

Além das coberturas tradicionais em hospitalização, ambulatório, medicina dentária, ortóteses e medicamentos, a MGEN oferece ainda várias coberturas diferentes como "reembolso de despesas relacionadas com medicinas alternativas e comparticipação em medicina de planeamento familiar." Estão também cobertas as despesas com: "Métodos contraceptivos, serviço de consultas médicas por videoconferência, um sistema avançado nas consultas ao domicílio em que o nosso aderente pode escolher o médico, ler o seu historial clínico antes de solicitar o serviço e ainda acompanhar a geolocalização do médico até este chegar a sua casa, entre muitos outros."

 

Ricardo Raminhos recorda que a função da seguradora não é o lucro, mas sim organizar os melhores cuidados médicos possíveis para as pessoas seguras. "É isso que nos move todos os dias!", destaca.

 

A MGEN mantém-se fiel ao seu negócio e por esse motivo não está no seu horizonte expandir-se para outras áreas de seguros. "A nossa missão é a protecção da saúde. Utilizamos todos os recursos neste objectivo supremo. Há mais de 60 anos que o fazemos, muito dificilmente vamos mudar de rumo."