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Saiba como poupar com o seguro do automóvel

Ter seguro é obrigatório. Mas o valor do prémio não tem de ser um fardo no orçamento familiar.

Paulo Moutinho 31 de Outubro de 2013 às 00:13
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Quem tem automóvel, tem de ter seguro para o utilizar. É uma despesa obrigatória, mas não tem um preço fixo. Há muitas companhias no mercado que oferecem valores atractivos. O Negócios dá-lhe algumas dicas que lhe permitem poupar alguns euros na altura de subscrever uma apólice. E que evitam despesas surpresa quando é preciso activar a protecção.

Uma das "regras de ouro" nos seguros, tal como nos serviços financeiros, é evitar a inércia. Ou seja, é obrigatório procurar. O ideal será tentar encontrar propostas junto de outras seguradoras. Tanto entre as de referência, como das que operam "online" que tendem a ser mais baratas já que transferem para os clientes a poupança por não existirem custos de rede.

Munido de várias ofertas mais atractivas do que a que tem actualmente, procure negociar com a sua companhia actual. Se for uma nova apólice, a lógica é a mesma: faça várias simulações. Tente negociar com a que apresenta a proposta que mais lhe agrada fazendo-lhe saber que tem prémios inferiores.

Uma das formas de pagar menos pela apólice será, escolhida a seguradora, fazer o pagamento por débito directo. A diferença pode chegar a 10% face ao pagamento no Multibanco. Além disso, deve optar por liquidar logo o valor total do ano, que também é mais barato. Face a um pagamento semestral, a poupança é, em regra, de 1% do valor do prémio.

Tenha o seguro certo

Quando vai contratar um seguro pode escolher entre a cobertura de terceiros ou de danos próprios (mais conhecida como "contra todos"). No de terceiros, a Responsabilidade Civil Obrigatória é de seis milhões de euros. No "contra todos", está incluído o choque, capotamento, roubo, incêndio, raio ou explosão. Actos de vandalismo e fenómenos da natureza, são extras. Pondere se necessita.

Nos seguros "contra todos" são aplicadas franquias em percentagem que determinam o valor suportado pelo condutor em caso de sinistro. O ideal será ter 0%, não pagando nada caso necessite do seguro, mas isso sai caro. Com 2%, o prémio baixa e o custo para o condutor não é tão elevado em caso de acidente. Contudo, depende do valor do automóvel. Uma alternativa pode ser optar por uma franquia em valor absoluto.

Muito importante na hora de fazer um seguro é identificar bem o que está segurado. A companhia identifica a viatura a segurar pela marca, o modelo, o motor, e a versão que tem, regra geral, implícito um determinado nível de equipamento que é considerado pela seguradora para definir o capital segurado. Mas se adicionou extras, a companhia não saberá, a menos que os discrimine para não ser penalizado em caso de sinistro.

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