Os prémios para uma agricultura mais competitiva
“As candidaturas presentes refletem a transformação que a agricultura portuguesa tem vindo a atravessar”, afirmou Ana Rosas Oliveira, administradora executiva do BPI, na abertura da cerimónia de atribuição do 14.º Prémio Nacional de Agricultura (PNA), que se realizou no Espaço All in One do Banco BPI, em Lisboa. Salientou que “assistimos ao crescimento constante das médias e grandes empresas agrícolas, um sinal também do dinamismo e da sustentabilidade do setor, confirmado pela evolução positiva dos seus indicadores no contexto da economia nacional”. Mas, para Ana Rosas Oliveira, não se trata apenas de crescimento quantitativo, porque “a agricultura tem um negócio cada vez mais sofisticado, exige muitíssima competência técnica, capacidade de gestão e uma disciplina financeira rigorosa”.
A administradora do BPI não deixou de sublinhar os desafios de uma “época de riscos climáticos crescentes e de uma volatilidade cada vez maior”. Lembrou que “recentemente, alguns desses riscos tornaram-se realidade para muitos agricultores e muitas empresas, com as tempestades que afetaram várias regiões do nosso país”. Ana Rosas Oliveira considerou que a resposta do BPI foi imediata e “procuramos sempre responder com rapidez e proximidade, apoiando os nossos clientes na medida das suas necessidades”. Adiantou que “a nossa responsabilidade é estar ao lado dos clientes, não apenas nas suas fases de crescimento, mas também quando surgem imprevistos e precisam da nossa ajuda”.
Relação de confiança
Ana Rosas Oliveira dirigiu “uma palavra de enorme agradecimento a todos os candidatos, sem eles não estaríamos aqui, são de facto protagonistas desta jornada. Mais uma vez, tivemos prémios de excelente qualidade, que nos desafiam muito e que tornam muito difícil a tarefa dos comités e do júri”. O papel dos membros dos comités e do júri mereceu um destaque de Ana Rosas Oliveira porque “é preciso muita exigência, muita disponibilidade para avaliar estes projetos muito desafiantes, e de facto contamos com membros com elevadíssimo conhecimento sobre o setor, e é sempre muito gratificante o momento da escolha, porque sabemos que é feita com muita experiência”.
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Em 2025, o BPI afirmou-se como líder na colocação da Linha IFAP Curto Prazo, atingindo uma quota de 63,5% do montante total de crédito enquadrado numa linha destinada a financiar campanhas agrícolas, da preparação dos terrenos às colheitas, e que beneficia de bonificação de 20% dos juros, atribuída pelo IFAP, e de prazos adequados ao ciclo de cultura/produção agrícola, silvícola e pecuária. Na colocação total de adiantamentos de apoios à exploração concedidos pelo IFAP, a quota ascendeu a 62,8%. Estes dados são, nas palavras de Oliveira, evidência da “confiança do setor no BPI”. É esta relação de confiança que enforma “o espírito do PNA”, que é de celebração e reconhecimento de “projetos que fazem a diferença para o nosso país, que apostam na inovação e na sustentabilidade e que contribuem para uma agricultura mais competitiva”.
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