DST corta 80% no tempo gasto em tratamento de documentos
Grupo de Braga investe em inteligência artificial há uma década. A aposta é dirigida a duas vertentes: uma de desenvolvimento interno, para áreas “core” e sigilosas do negócio, e a outra é a disponibilização generalizada da tecnologia pelos trabalhadores para alcançar ganhos de produtividade.
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O grupo DST começou a apostar em inteligência artificial (IA) muito antes da “explosão” da tecnologia: há cerca de dez anos que investe nessa área, em duas vertentes. Uma diz respeito às áreas “core” da empresa, com soluções desenvolvidas internamente e alojadas em servidores do grupo - aqui a segurança é prioridade, dado que se trata de processos que envolvem segredo de negócio. A outra tem a ver com o apoio a tarefas menos sensíveis, e reflete-se no uso generalizado de Chat GPT no grupo, que comprou licenças da versão empresarial do software, disponibilizando-o a 25% dos 4 mil trabalhadores do grupo. Há tarefas que passaram a demorar um quinto do tempo que era necessário antes, libertando esses profissionais para outras missões, de maior valor acrescentado.