Adeus PIIGS, olá "dívidas gémeas"
1. Adeus PIIGS, olá "dívidas gémeas"
A crise foi promovida. Deixou de ser um problema dos PIIGS para se tornar na crise das "dívidas gémeas" europeias e americana. Anotada a subtileza da escolha de termos, anote-se também o tipo de reacções: a Administração Obama não perdeu tempo a desencadear uma contra-ofensiva contra a agência de notação que baixou o risco de crédito de longo prazo do seu país. Usou um erro nos cálculos da Standard & Poor's para colocar pressão sobre a agência, através de um porta-voz do Tesouro.
Lá nisso Barack Obama não é nada parecido com os políticos europeus. A campainha de emergência tornou-se tão estrídula que os chefes da finanças das economias onde o capitalismo dá sinais de senilidade agendaram uma reunião de emergência.
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Com um olho na dívida italiana, o BCE estudava ontem à noite as suas possibilidades para a abertura dos mercados nesta segunda-feira (as bolsas asiáticas começaram a abrir à hora de fecho desta edição).
3. Petrobrás
"Não falta dinheiro, pelo contrário, ele está sobrando. O problema é que a selectividade de projectos é maior". Quem fala assim só pode estar numa economia emergente. José Sérgio Gabrielli, o presidente da petrolífera estatal brasileira Petrobrás, disse que a empresa vai precisar de se financiar em 63 mil milhões de euros nos próximos anos. A crise poderá vir a dificultar os investimentos da empresa.
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