Jorge Silva 11 de Fevereiro de 2016 às 00:01

Como gerar negócio com a economia digital?

As organizações têm de se adaptar às circunstâncias e esta é a única forma de dar resposta ao mercado para se manterem competitivas.

Sempre foi assim! Contudo, com a revolução digital a que temos assistido, a atualização dos processos empresariais, as novas formas de trabalho e os novos sistemas tecnológicos, torna-se mais urgente do que nunca conseguir antecipar a mudança e a adaptação. Citando Darwin: "Não são os mais fortes que sobrevivem, mas os que se adaptam com mais facilidade."

 

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O contexto atual é positivo, estimulante e deve ser aproveitado. A economia digital representa uma oportunidade extremamente valiosa para as empresas de todas as dimensões, mas aproveitá-la exige uma estratégia cuidada. Adaptar o local de trabalho às inovações tecnológicas contemporâneas ou instalar infraestruturas informáticas para alavancar negócios online são apenas exemplos do percurso que muitas empresas ainda precisam de implementar para alcançar o sucesso digital.

 

Prevê-se que a iniciativa da União Europeia sobre o Mercado Único Digital estimule a economia europeia em 415 mil milhões de euros por ano(1). Na verdade, em Portugal, o comércio eletrónico já representa cerca de 50 mil milhões de euros e corresponde a um terço do PIB nacional(2). Todos os indicadores confirmam que a competitividade da economia europeia deve assentar em negócios orientados para a internet.

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Assim, é preocupante que 92% das empresas europeias não estejam preparadas para a nova regulação do comércio eletrónico na Europa, ou que cerca de metade esteja preocupada com os respetivos requisitos de TI acrescidos. Em Portugal, um terço das empresas diz nem conhecer a proposta para o Mercado Único Digital(3).

 

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Sustentar este projeto para a economia digital requer um investimento na integração de equipamentos móveis nos processos empresariais, em computação "cloud", interligação de dados e simplificação do acesso à informação. Devem ainda ser implementadas as medidas necessárias para garantir a segurança e a privacidade dos dados pessoais dos utilizadores.

 

Entre as quatro gerações que hoje são a chave do capital humano das empresas, a geração Z pode ser um dos contributos primordiais para a integração do mercado online. As características que a diferenciam são a tendência para uma colaboração global, a abertura à inovação e a notória aptidão tecnológica.

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Este é o momento para investir na modernização das empresas. É determinante fazer uma leitura atenta do contexto atual, aceitar estratégias disruptivas, adaptar os processos às novas gerações de profissionais e os negócios aos novos hábitos dos consumidores.  

 

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Para competir no palco global com os gigantes digitais de Silicon Valley, a solução das empresas europeias deve ser agilizar, digitalizar e estandardizar os processos tecnológicos do comércio eletrónico na Europa. Esta é a fórmula para gerar crescimento de negócio com a economia digital.

 

(1)EC "Digital Single Market"

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(2)ACEPI "Economia Digital em Portugal"

(3)Ricoh "Estudo Mercado Único Digital"

 

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Ricoh Portugal | Diretor de Marketing

 

Este artigo está em conformidade com o novo Acordo Ortográfico

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