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Os apoios públicos para a transição energética devem ser acompanhados de condições impostas pelos Governos. Quem o defende é Mariana Mazzucato, economista da University College, em Londres, que se tornou uma das vozes mais influentes globalmente sobre este tema e será oradora principal da Grande Conferência Negócios Sustentabilidade 20|30. O atual choque energético não é exceção: os lucros excessivos das empresas deviam pagar, através de um imposto, a redução do preço para os consumidores. Um dos apoios às famílias, defende Mazzucato, devia ser o regresso ao tecto no preço do gás, para baixar a fatura das famílias. A fundadora do IPP diz que se as empresas não estiverem dispostas a aceitar três condições mínimas do Estado – reinvestimento dos lucros, salários dignos e sustentabilidade – “não devem receber um cêntimo de dinheiro público.”
