Notadoras saltam para o nível da ingerência
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1. Notadoras saltam para o nível da ingerência
A relação das agências de notação financeira com a gestão pública passou para uma nova fase: irrelevante há poucos anos, passou para a interferência com a crise financeira em 2008 e esta semana subiu para o nível da ingerência.
As notadoras não perderam tempo a responder à mais sólida tentativa política, até agora, de organizar o caos da dívida pública na Zona Euro - o plano Merkozy. Avançaram com ameaça do corte do "rating" de todas as economias da zona. A nova senhora da Europa, Angela Merkel, deu a mesma resposta que os seus pares quando confrontados com os cortes da Standard & Poor's: encolheu os ombros dizendo que o que a agência faz é da responsabilidade dela.
Desvaloriza os avaliadores para se concentrar no futuro da Zona Euro, que se joga amanhã e sexta - o que é bom sinal. As agências só têm a importância que lhes dermos, enquanto dermos. Oxalá fosse assim tão simples.
2. Apple
3. ChristmasA três semanas do Natal os retalhistas britânicos competem para vender o champanhe mais barato. Sinal do pânico que a quadra, forte aliada do comércio, está este ano a provocar. Os preços de desespero estendem-se a outros países. A Itália vai passar o pior Natal dos últimos 60 anos. O vinho da casa substitui o tradicional Prosecco e o panettone, pão doce típico das festividades, é sacrificado. O "tredicesima" vai ser gasto nas contas, não nas compras.
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