Tendência de queda bolsista da Facebook veio para ficar
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1. Tendência de queda bolsista da Facebook veio para ficarExtremos são com a Facebook. Ontem as suas acções fixaram um novo mínimo histórico, o que sucedeu 2 vezes em 15 dias. Pouco depois da sineta abrir a bolsa de Nova Iorque, as acções estavam a afundar 7% e atingiram os 19,89 dólares, regressando depois acima do patamar dos 20 dólares.
Já se esperava que o fim do período de bloqueio trouxesse uma correcção em baixa ao valor da companhia, com Wall Street a ser inundada com mais títulos. A empresa valia ontem menos 47,6% do que há 3 meses. Aos 471 milhões de acções disponíveis na OPV de 18 de maio juntaram-se agora mais 270 milhões - e a procissão vai a meio: ao longo dos próximos meses ainda serão desbloqueados mais 243 milhões, para chegar em novembro ao total calculado em 1.200 milhões de títulos.
Ora, o mais provável é a tendência de desvalorização, observada diariamente desde que o Nasdaq passou a albergar o "ticker" FB, continuar até lá.
2. Dilma RousseffA presidente do Brasil apresentou ao público o que já fora mostrado a alguns sindicatos: um ambicioso plano para aumentar as infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias. O Programa de Investimentos em Logística tem 53.400 milhões de euros para gastar em 25 anos, grande parte em parcerias público-privadas. Emblemático é o comboio de alta velocidade, que ligará Campinas-São Paulo ao Rio de Janeiro. Pode soar anacrónica, mas a notícia é de agora.
3. Libor
Mais uma etapa no escândalo Libor, elevando para 7 os bancos nomeados. Depois do Barclays, único nomeado até ontem, autoridades de Nova Iorque e do Connecticut citaram judicialmente o JP Morgan, o Royal Bank of Scotland e o HSBC. Na calha estão o UBS, o Deutsche Bank e o Citigroup. Para já, os clientes do mercados financeiros não se assustaram: o preço das acções não foi afectado e a bolsa londrina (3 dos bancos têm origem britânica) registou uma semana calma.
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