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Resiliência climática dá “dividendos”, mas “cheque” fica aquém

Agricultura, energia e transportes são os setores mais vulneráveis às alterações climáticas na UE. Mudar exige investimentos entre 53 mil milhões e 137 mil milhões de euros por ano até 2050, mas fundos disponíveis estão longe de chegar, apesar dos benefícios a longo prazo.

18 de Fevereiro de 2026 às 13:30
Imagem captada por drone das inundações    na cidade de Leiria depois de o concelho ter sido gravemente afetado pela depressão Kristin.
Imagem captada por drone das inundações na cidade de Leiria depois de o concelho ter sido gravemente afetado pela depressão Kristin. Pedro Castanheira e Cunha/Lusa
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Os fenómenos meteorológicos e climáticos extremos causaram perdas económicas diretas superiores a 822 mil milhões de euros na União Europeia (UE), entre 1980 e 2024, com os últimos quatro anos a responderem por 25% do total e a apresentarem as “faturas” mais elevadas, de acordo com dados da Agência Europeia do Ambiente (EEA, na sigla inglês). Mas o bloco dos 27 ainda não despertou (pelo menos o suficiente) para a urgência do tema que atualidade volta a colocar em cima da mesa.

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