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As enfermeiras paraquedistas que cuidaram dos feridos na guerra colonial

Há pedaços da memória do país nos álbuns fotográficos das enfermeiras paraquedistas que, entre 1961 e 1974, estiveram na guerra colonial. Foram elas as primeiras mulheres a integrar as Forças Armadas e registaram com as suas objetivas um olhar feminino da guerra do Ultramar. Essas imagens foram a matéria-prima da artista plástica e investigadora Margarida Correia, para a exposição “Mais Alto − As Enfermeiras Paraquedistas Portuguesas”, que a partir de 28 de abril estará patente no MAAT.
25 de Abril de 2026 às 11:00

A Escola São Vicente de Paulo, onde Maria Arminda Santos estudava enfermagem, ficava perto do aeroporto de Lisboa. De cada vez que via passar um avião, ficava fascinada. Nessa altura, era uma jovem de 20 anos e não lhe passava pela cabeça que o seu futuro profissional passaria por prestar assistência a feridos a bordo de uma aeronave.

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