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Luís Raposo: Devemos estar preparados para restituir bens culturais, mas não de uma forma populista

O arqueólogo Luís Raposo é o primeiro português a candidatar-se a um cargo de direção no ICOM, a maior organização internacional de museus e profissionais de museus. Vai a votos para o cargo de vice-presidente na próxima assembleia geral em novembro, no Dubai. No currículo, este especialista em paleolítico tem 17 anos como diretor do Museu Nacional de Arqueologia. Os arqueólogos têm uma “relação de amor-ódio” com as obras públicas. Mas, nos últimos 20 anos, as descobertas mais importantes feitas no país foram no Alentejo e devem-se à construção da barragem do Alqueva, revela.
14 de Agosto de 2025 às 11:00

O arqueólogo Luís Raposo é o primeiro português a candidatar-se a um cargo de direção no ICOM, a maior organização internacional de museus e profissionais de museus, onde estão representados cerca de 140 países. Vai a votos para o cargo de vice-presidente na próxima assembleia geral em novembro, no Dubai. No currículo, este especialista em paleolítico tem 17 anos como diretor do Museu Nacional de Arqueologia. A sua vida profissional dividiu-se entre o pó das escavações e os corredores do museu, em Belém, onde trabalhou desde 1980. Os arqueólogos têm uma “relação de amor-ódio” com as obras públicas. Mas, nos últimos 20 anos, as descobertas mais importantes feitas no país foram no Alentejo e devem-se à construção da barragem do Alqueva, revela.

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