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Conhecimento que se transforma em resultados

Para a Portucalense Business School, o verdadeiro desafio dos alunos está em transformar o conhecimento em capacidade de decisão e em resultados.

21 de Setembro de 2026 às 14:36
Marta Lopes Ferreira
Marta Lopes Ferreira DR

O mercado de trabalho está a exigir profissionais capazes de responder a desafios cada vez mais diversos. Inteligência artificial, transformação tecnológica, liderança, regulação, marketing e novas dinâmicas empresariais estão a alterar as competências necessárias para acompanhar organizações em mudança. É neste contexto que a reforça, para 2026/27, uma oferta de formação executiva mais diversificada e especializada.

A escola mantém algumas das suas apostas estruturantes, como o MBA Executivo, a pós-graduação em Marketing Digital, Business Intelligence & IA, agora com maior enfoque na inteligência artificial, e os programas na área do direito, nomeadamente Direito Bancário e Direito dos Valores Mobiliários. A estas propostas junta novas formações em áreas como liderança, inteligência artificial, marketing, direito, saúde, turismo, mobilidade e artes digitais.

Entre as novidades estão o Strategic Brand Leadership, o Programa Intensivo em Liderança com Propósito, o Short Master em Digital Media Arts e o Programa Executivo de Direito, Regulação e Governação da Inteligência Artificial. Para Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva da Portucalense Business School, esta diversidade é também uma consequência da própria estrutura da Universidade Portucalense. “O facto de a Universidade Portucalense ter seis áreas de especialização permite-nos ter uma oferta mais diversificada e interdisciplinar”, refere.

Para a Portucalense Business School, uma formação relevante não se mede pelo número de certificações que acrescenta ao currículo, mas pelo impacto que gera na carreira do profissional e, simultaneamente, nas organizações onde este atua. Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva da Portucalense Business School.

A estratégia não passa, contudo, apenas por disponibilizar mais programas. A questão é responder à transformação das funções e das competências necessárias para trabalhar e liderar em ambientes empresariais cada vez mais complexos.

“A capacidade de antecipar, adaptar e decidir” é, para Marta Lopes Ferreira, uma das características que poderão distinguir os líderes mais preparados em contextos marcados pela inteligência artificial, pela transformação tecnológica e pela pressão sobre as organizações. Nesse cenário, a competência técnica continua a ter um papel fundamental, mas já não chega por si só. “Os profissionais mais preparados serão aqueles que conseguirem combinar competências digitais e analíticas com pensamento crítico, inteligência emocional, criatividade e capacidade de liderar a mudança”, explica a responsável.

A combinação entre conhecimento especializado e competências de decisão ajuda também a perceber a forma como a escola olha para o valor da formação executiva. “Para a Portucalense Business School, uma formação verdadeiramente relevante não se mede pelo número de certificações que acrescenta ao currículo, mas pelo impacto que é capaz de gerar na carreira do profissional e, simultaneamente, nas organizações onde este atua”, refere Marta Lopes Ferreira.

É uma mudança de perspetiva com consequências na própria forma como os programas são concebidos. O valor da aprendizagem passa a ser aferido também pela sua capacidade de ser transportada para o contexto profissional. Marta Lopes Ferreira afirma que a diferença “está naquilo que acontece depois da sala de aula. O conhecimento só ganha verdadeiro valor quando é aplicado à resolução de problemas, à tomada de decisão e à melhoria do desempenho profissional.”

Por isso, a escola aposta numa componente prática assente em estudos de caso, simulações, projetos colaborativos e desafios concretos das organizações. A intenção é aproximar a aprendizagem das situações que os profissionais encontram no exercício das suas funções e criar condições para que o conhecimento adquirido possa ser utilizado na prática.

Formar para transformar

A proximidade empresarial é outra componente da estratégia. Segundo Marta Lopes Ferreira, o desenvolvimento conjunto de programas com empresas e parceiros permite identificar necessidades reais do mercado e transformá-las em conteúdos, metodologias e experiências de aprendizagem. Nos programas customizados, esta lógica é levada mais longe. A escola acompanha a aplicação dos conhecimentos durante a formação, avalia a sua adequação aos desafios concretos da organização e pode ajustar estratégias e conteúdos sempre que necessário. “Mais do que formar para obter uma certificação, procuramos formar para transformar: transformar competências em capacidade de decisão, conhecimento em ação e aprendizagem em resultados concretos para os profissionais e para as organizações”, acrescenta a responsável.

A avaliação do investimento em formação é outro dos pontos em que a exigência das empresas está a aumentar. Já não basta saber quantas pessoas frequentaram um programa ou qual foi a sua satisfação no final. “As empresas querem perceber cada vez mais o que muda depois da formação”, destaca Marta Lopes Ferreira.

Para a Portucalense Business School, o retorno deve ser observado através da aplicação das competências, da melhoria do desempenho, da capacidade de inovação, do impacto nas equipas e dos resultados obtidos pela organização. A escola valoriza também a recomendação dos participantes e o acompanhamento das suas trajetórias profissionais, considerando que os efeitos da formação podem ser avaliados no médio e no longo prazo.

A dimensão internacional completa, no caso do MBA Executivo, esta preparação. A International Week, realizada na ICN Business School, em Paris, inclui formação e visitas empresariais e permite aos participantes contactarem com outros mercados, culturas e modelos de gestão.

Marta Lopes Ferreira
UPT DR
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