Ambiente Começaram os fogos: 165 bombeiros combatem incêndio no distrito de Castelo Branco

Começaram os fogos: 165 bombeiros combatem incêndio no distrito de Castelo Branco

A protecção civil alertara para o risco que se concretizou este domingo. Pouco antes das 14h, havia 22 incêndios rurais, que mobilizavam 398 operacionais, 115 viaturas e sete meios aéreos. O fogo em Proença-a-Nova é para já o que suscita maiores preocupações.
Começaram os fogos: 165 bombeiros combatem incêndio no distrito de Castelo Branco
Miguel A. Lopes/Lusa
Lusa 24 de março de 2019 às 14:51
Com o país de novo debaixo da ameaça da seca severa e as temperaturas a subirem paulatinamente, confirmaram-se este domingo os receios sobre os incêndios. Mais de 160 operacionais e cinco meios aéreos foram chamados para combater um incêndio em mato e pinhal no concelho de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro.

O fogo lavra em três frentes na localidade de Chão do Galego desde as 10:57, sem, no entanto, ameaçar as habitações e a população, adiantou a mesma fonte. No terreno estão 165 operacionais apoiados por 47 viaturas e cinco meios aéreos.

Um outro incêndio que mobiliza um meio aéreo e 44 operacionais está a lavrar numa zona de floresta em Vila Verde, no distrito de Braga. Em declarações à agência Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorros (CDOS) de Braga disse que o alerta do incêndio foi dado pelas 06:15 de hoje. "Não há feridos a registar", nem "populações em perigo neste momento", acrescentou a mesma fonte.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registava, às 13:45, 22 incêndios rurais, que mobilizavam 398 operacionais, 115 viaturas e sete meios aéreos. Dos 22 fogos, sete estavam ativos e os restantes em resolução e conclusão.

Na sexta-feira, a ANPC alertou para o perigo de incêndio rural, entre sábado e terça-feira, devido à subida da temperatura. Segundo a Proteção Civil, o risco de incêndio, com níveis "elevado" a "muito elevado", ocorre em especial na região de Lisboa e Vale do Tejo, distritos de Viseu, Aveiro, Guarda, Braga, Vila Real e Bragança.

Face a este cenário, a ANPC refere que "a queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, está sujeita a autorização da autarquia local, devendo esta definir o acompanhamento necessário para a sua concretização, tendo em conta o risco do período e zona em causa".

Também na Galiza há notícia de pelo menos dois incêndios. Um que lavra no parque natural de Xurés, no sul de Ourense, tendo já queimado 40 hectares de floresta, segundo as estimativas iniciais do Ministério do Meio Rural. E outro, entretanto já extinto após ter consumido 21 hectares, em Padrenda, também na região de Ourense.



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