BCE não quer alavancar fundo de resgate do euro
"Não nos parece apropriado que o banco central sirva para alavancar o FEEF", afirmou, quando questionado se apoiava os que defendem que, para aumentar a capacidade financeira da Zona Euro, seria importante que o FEEF se pudesse endividar junto do BCE, para assim multiplicar os 440 mil milhões de euros que o fundo terá em breve (Logo que as decisões da Cimeira de 21 de Julho tenham passado os crivos parlamentares dos vários paises).
Trichet defendeu que os governôs têm capacidade para garantir a alavancagem do FEEF por si próprios. O presidente do BCE sublinhou que "nós não nos podemos substituir ao governos", nomeadamente no apoio aos países em dificuldades através da compra de obrigações públicas em mercado secundário.
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Depois de aprovadas as decisões de 21 de Julho, o FEEF também poderá comprar obrigações públicas. O BCE aspira a deixar de comprar estes títulos, mas não afirmou ainda que o deixará de fazer.
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